EP 252: The Boys in the Band | Alice Junior | As Mortes de Dick Johnson

[Se Meu Apartamento Falasse]

Três filmes em debate: mais um daqueles episódios bem ecléticos. O primeiro deles é a nova adaptação da peça pioneira The Boys in the Band, que novamente resgata o sucesso do teatro, falando sobre alguns das angústias de um grupo de amigos gays enquanto celebram uma festa num apartamento.

O brasileiro Alice Junior (27:50), dirigido por Gil Baroni, usa um tom de leveza para retratar os preconceitos que atingem uma adolescente trans, que sonha em dar seu primeiro beijo.

Inovador e surpreendente é o documentário, premiado em Sundance, As Mortes de Dick Johnson (40:12), em que a diretora Kirsten Johnson lida com a doença do seu pai enquanto brinca de encenar diferentes maneiras dele morrer.

No Momento Belas À La Carte a recomendação é um filme imperdível de Terence Davies. O Puxadinho da Varanda destaca alguns filmes do Festival Olhar de Cinema, principalmente o brasileiro Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso, além da nova série de terror da Netflix dirigida por Mike Flanagan: A Maldição da Mansão Bly. E, o Cantinho do Ouvinte, com comentários dos nossos ouvintes sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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Gravado na segunda, 5 de outubro, via internet.

5 comentários sobre “EP 252: The Boys in the Band | Alice Junior | As Mortes de Dick Johnson

  1. Olha, eu até achei interessante existir essa nova versão de “The Boys in The Band”. Assisti a nova com curiosidade, fui rever a versão do Friedkin e até fiquei menos deprimido de quando vi na primeira vez a antiga. Quanto à nova versão (Ryan Murphy à parte), eu achei um tanto positiva essa leveza que às vezes até depõe contra o filme: mesmo com todo o selfhate que pode acontecer quando muitxs de nós se encontram nessas condições (e que está presente na origem do projeto, no texto denso do Mart Crowley), existe um lugar de conforto que só temos quando estamos com os amigos que mais confiamos e faz com que a gente ainda seja capaz de relevar certas coisas em nome da amizade. Nesse filme, isso ficou mais evidente pra mim (talvez porque eu simpatize já com os atores de antemão, enfim, o intertexto agindo aí na minha espectorialidade, mas é uma possível explicação). Parabéns pelo podcast, escuto sempre e vocês arrasam demais!

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  2. Caros Varandeiros, o filme The Boys in The Band me lembrou o filme “Fences”, muito árduo assistir um filme que parece não interessado em ser cinema.

    Com relação há mais uma mudança nas regras do Oscar, indica que não há perspectiva de cinema atraindo público no curto prazo? O Oscar corre o risco de não ser realizado em 21?

    Abraço,

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  3. Caros Varandeiros, o filme The Boys in The Band me lembrou o filme “Fences”, muito árduo assistir um filme que parece não interessado em ser cinema.

    Com relação a mais uma mudança nas regras do Oscar, vocês acham que isso indica que não há perspectiva do cinema atrair público no curto prazo? O Oscar corre o risco de não ser realizado em 21?

    Abraço,

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  4. Sobre o filme The Boys in the band, gostei, mas concordo que as inserções das cenas fora do apto são completamente desnecessárias e ainda dá uma quebrada na história. Quanto a atuação do Jim Parsons não achei fora de tom, só um pouco exagerada as vezes. Tem um outro filme na Netflix chamado American Son que TB é uma adaptação de uma peça com os mesmos atores e se passa em um único cenário, nesse caso eu também senti as atuações um pouco exageradas, mas li uma coisa que me chamou a atenção, em uma peça de teatro como o público está bem mais longe dos atores eles precisam exagerar mais na entonação e expressões faciais, quando vc traz a história pra tela da TV nos aproxima dos atores e temos um overacting.

    Abraços !

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  5. Olá pessoal! Parabéns pelo episódio e obrigado pela dica sobre o “Cabeça de Nêgo”. Fiquei muito emocionado com o filme. Fui professor de uma escola ocupada no interior de SP. Eu “fiz o papel” da professora Elaine. Os alunos me comunicaram na terça-feira pela manhã que ocupariam a escola na quinta-feira à noite. Eu levava comida e fiz “vigília” na porta da escola em função de uma ameça de invasão da polícia militar. Em função de todo esse histórico pessoal, eu fui incapaz de fazer qualquer análise “distanciada” do filme. Déo Cardoso conseguiu captar e filmar muito bem o cotidiano de uma escola, os professores e o brilho dos estudantes. Terminei o filme com vontade de fazer exibição pública nas escolas, mandar pros amigos (risos). Abraços!

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