EP 309: 45ª Mostra de SP: A Voz Humana, France, Ahed’s Knee, Bergman Island e A Febre de Petrov

[Homens à Beira de um Ataque de Nervos e uma Mulher na Ilha]

Muitos filmes interessantes pediram um episódio único com alguns dos principais destaques da 45ª Mostra SP. Escolhemos quatro longas e um curta para debater no podcast: A Voz Humana (Pedro Almodovar), France (Bruno Dumont), A Febre de Petrov (Kirill Serebrenikov), Ahed’s Knee (Nadav Lapid) e Bergman Island (Mia Hansen-Love).

E mais: No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um grande clássico noir. No Cantinho do Ouvinte, o Metavaranda dos Ouvintes e os comentários sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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*Gravado no domingo, 31 de outubro, via internet.

3 comentários sobre “EP 309: 45ª Mostra de SP: A Voz Humana, France, Ahed’s Knee, Bergman Island e A Febre de Petrov

  1. Salve, salve, varandeiros e varandeiras!

    Jogo rápido: queria ouvir mais do Chico e do Michel sobre o filme “Laranjas Sangrentas”, que estava em exibição na Mostra de São Paulo. Li os reviews deles no Letterboxd e acho que a discussão merecia espaço no podcast.

    Particularmente, não consegui me conectar com nada do filme. Porém, fiquei com a sensação de que estava “perdendo algo”, já que muitas resenhas foram positivas.

    Abraços e obrigado por fazerem o melhor podcast de cinema do Brasil.

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  2. Sobre Bergman Island, não gostei da escalação da Vicky Krieps, a primeira parte do filme que predomina a presença dela é insuportável, ela tem uma cara de poker face infinita, de gente blasé, parece até que ela está fazendo esse filme de graça. A Greta Gerwig (que também é diretora) teria feito um trabalho melhor, pena que ela teve que sair do projeto. No entanto, na hora que Mia Wasikowska entra em cena o filme cresce enormemente. No final, achei que tinha dois filmes em um, um não tão bom e outro delicioso, fico com o último.
    Sobre Ahed’s Knee, também achei bastante irregular, não concordei com esses elogios da varanda não. Primeiro que PRA QUÊ tanto clipe musical no filme, dispersa demais a trama. Isso não é um musical. Além disso, todo mundo entendeu já que o Nadav Lapid sabe usar uma câmera né, reclamaram horrores do Ryan Murphy com sua câmera sem tripê, esse aqui estava até indo pra Marte com ela. Também não gostei da construção da personagem feminina do filme, no final ela vira uma coitada, uma pobre e indefesa vítima do sistema, ficou ridículo. Enfim, o filme tem suas qualidades, temas importantes, diálogos bombásticos, mas muito apressado, precisava de mais tempo para melhorar o roteiro. Estou com o Tiago, prefiro o Sinônimos.

    Abraços.

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  3. Vocês da Varanda assistiram o premiado Urubus? Queria muito saber a opinião de vocês.

    É sempre interessante ver na tela personagens da periferia, em cenários não representados, mas achei a condução fraca, as cenas dos confrontos estilizadas, a cena de sexo tipo sexta sexy, são irritantes. Fiquei com uma sensação que está se tornando recorrente, tema importante/interessante, mas o resultado menor do que poderia ser.

    Obrigado pelas dicas gostei bastante do Pegando a estrada. Também curti o Vejo você em todos os lugares.

    Abraços

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