EP 296: O Esquadrão Suicida | À L’Abordage

[Pegue-Me Se For Capaz]

O Esquadrão Suicida não é nem continuação e nem reboot. O que é então? Vem ouvir nossa conversa sobre o novo blockbuster dirigido por James Gunn.

Enquanto isso, no cinema alternativo discutimos o filme francês À L’abordage (32:48) o mais recente trabalho de Guillaume Brac sobre amigos numa missão romântica durante as férias na França.

E mais: No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um clássico de Joseph Losey. O Puxadinho da Varanda destaque para os filmes O Tempo e a Maré, Sozinha, O Mensageiro do Último Dia e o documentário Val. No Cantinho do Ouvinte, o Metavaranda dos Ouvintes e os comentários sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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*Gravado no domingo, 8 de agosto, via internet.

11 comentários sobre “EP 296: O Esquadrão Suicida | À L’Abordage

  1. Filme francês independente do Mubi nota 8, Filme americano mainstream da DC nota 3,5. Senti bastante preconceito nessa última nota, parece que tudo que é feito para um grande público na maioria das vezes na varanda sempre vai receber uma nota mais baixa e sempre também é mais detonado. A crítica é muito mais alta. Não é porque o filme é independente e passou em Berlim significa que é bom. Na hora de fazer a crítica para o filme francês de baixo orçamento, nossa maravilhoso, tudo perfeito, sucessor do Éric Rohmer, bravo! Aí chega o filme de Hollywood de super herói, nossa que humor horrível, nossa que filme chato, nossa que filme sonolento. Poise, difícil né. Enfim, esse comentário não é pra defender O Esquadrão Suicida, ainda mais que o Chico super elogiou o filme e defendeu a produção, mas criticar o fato de nunca ter uma pessoa para também falar os pontos negativos do filme independente. Às vezes, ele também pode ser um filme super chato e sonolento, sabia? Muito longe de uma obra prima. Para eles a nota é nunca mesmo que 6. Nunca chega a um 3,5. Por sinal, eu assisti ao À L’abordage e não achei nada demais, nunca daria uma nota 8. Para o filme independente as coisas boas merecem sempre notas melhores que as coisas boas de um Blockbuster, sendo que fazer um filme para um público global é muito mais desafiador do que um filme francês indie.

    Adoro vocês, eu só estou comentando porque isso me incomodou um pouco. Não sou hater.

    Abraços.

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  2. Saudações!
    Vejo em alguns programas a sensibilidade que o Chico tem em perceber uma tensão homossexual em alguns filmes, falo isso pois recentemente assisti festim diabólico por recomendação de vocês, obviamente achei o filme incrível a questão do suposto plano sequência é inovadora porém em minha opinião o maior destaque é a tensão sexual entre os personagens, confesso que em determinado momento jurava que haveria um beijo entre eles. Penso que há um cinema lgbtq bem antes do cinema lgbtq existir onde tudo estava nas entrelinhas. No mais aproveito novamente para agradecer as dicas do momento Belas Artes, tem ampliado e muito meu percurso na cinefilia, não parem!! Meu plano é assistir até o final do ano todas as recomendações, já saldei metade da lista. Grande abraço a todos vocês, meus almoços de terça (ou quarta) não são os mesmos sem as quatro vozes (que levei um tempo para distinguir o tom das vozes do Tiago e do Michel).

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  3. Bom, varandeiros, serei mais um hoje dos que darão uma alfinetada. Preciso concordar com o Bernardo ali em cima quando disse que todo filme indie mais alternativo parece ganhar uma atenção maior do que os mais populares pra vocês, não só em questão de notas mais altas, mas de serem mais abertos a aceitarem e entenderem mesmo quando há problemas. Eu entendo que pode ser questão de gosto pessoal mesmo, optar mais por esse cinema alternativo, mas os mais populares sempre parecem ser mais agredidos simplesmente por tentarem agradar mais o público grande, com algumas raras exceções. Parece que já entram pro filme querendo não gostar. Nos filmes Jungle Cruise e Viúva Negra, por exemplo, foi dito que era uma pena filmes como esses não terem uma mão autoral e que isso diminuia as obras, as tornavam mais de cartilha, e eu concordo, mas e agora com O Esquadrão Suicida que tem essa mão autoral mesmo sendo um blockbuster, é apedrejado da mesma forma. Eu não sou muito fã de filmes de heróis, o primeiro Esquadrão Suicida acho péssimo, e eu vi os dois citados hoje, gostei mais de À L’abordage também, mas tô com o Chico, O Esquadrão Suicida novo é um baita filme divertido e despretensioso. Pra 3.5? A impressão que passa é de birra mesmo. Mas tudo certo. Só tô comentando porque isso me incomodou um pouco também, por não parecer muito coerente com comentários anteriores.
    No mais, queria fazer a pergunta da semana: Qual o maior hobbie de vocês fora o cinema? O que mais gostam de fazer quando não estão vendo filmes ou realizando qualquer atividade que envolva filmes?
    Abraços!

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  4. Gente, vocês estão passando por uma crise de identidade? Porque vocês acabaram de fazer a crítica de Viúva Negra e reclamaram que o filme é programático, pouco ousado, sem uma linha autoral da diretora, aí chega o Esquadrão Suicida que é o contrário de tudo isso e vocês dão uma nota pior. Se decidam, galera!!!!! Tenho sérias dúvidas se o filme da Marvel é realmente melhor que o da DC. Essa discordei de vocês. Como os meninos apontaram nos comentários acima, parece que a questão não sobre a qualidade do filme, mas sobre qual tipo de filme estamos falando. Às vezes, um blockbuster é nota 8. E TÁ TUDO BEM! A Cahiers du Cinéma não vai revogar sua carteirinha de cinéfilo, eles também assistem Batman e já deram prêmio até para a série 24 horas. E realmente, quase nunca vocês dão uma nota alta, tipo 8 para um blockbuster, mas para o filme húngaro com orçamento de mil reais em preto e branco com 6 horas de duração, o mínimo é um 7. É tão difícil mesmo gostar de um blockbuster assim? Então, Titanic nunca foi um filme bom, na opinião da varanda? Fica esses questionamentos para o proximo episódio.

    Abraços.

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  5. Gente, o que aconteceu aqui nos comentários? Lembrem que houve toda uma discussão antes das notas deles, que inclusive ressaltou grandes características positivas do filme. O que vocês esperam de pessoas que adoram a contemplação do Kar-wai? do cinema do Rohmer e Resnais? Vocês querem exigir imparcialidade de seres humanos, sério? Não é como se não tivessem filmes de grande público bem “””rankeados””” aqui.
    É natural esses filmes que precisam atingir um grande público perderem certas oportunidades ou terem que se diluírem em certos momentos quando tentam atingir um grande público. É uma relação direta, o mundo não é só de americanos atrás de ação ou franceses atrás de comédia. Se esse filme fosse o primeiro a surgir com essas ideias eu tenho certeza que seria o novo James Gray dos meninos, mas já tem o próprio Guardião das Galáxias do mesmo diretor que tem muitas semelhanças.
    Na real eu já vinha ouvindo bons comentários sobre esse novo Esquadrão Suicida e saí do episódio com uma boa impressão do filme e me surpreendi com a indignação dos Varanders aqui no blog

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  6. Oi gente, não sei se vcs lembram de mim, eu era aquele millenial chato que queria cancelar o Rohmer uns episódios atras. Só atualizando, eu vi a mulher do aviador e realmente esse diretor ai faz uns filmes legais. Aliás ouvir vcs falarem do L´abordage foi mto bom, principalmente ouvir o desespero contido na voz do Thiago quando compararam com o Rohmer rs.

    De qualquer forma eu não vi nenhum dos filmes do último episódio pq estou numa odisseia paralela. Vi faz pouco tempo Notting Hill e cheguei à conclusão que é a maior comedia romântica da humanidade. Dito isso, queria fazer uma pergunta aleatória pra vcs. Quais são as suas comedias românticas favoritas? Esse gênero recebe o amor devido da varanda? Curioso pra saber se a Cris vai me apoiar na tese de Notting Hill e quero dizer que nem o Michel pode fugir da pergunta pq Embriagado De Amor do PTA conta como comedia romantica no meu dicionario

    Eu vi que tem um episodio do assunto em 2016 mas acho valido uma breve atualização

    Beijao pra todo mundo, fã de vcs faz tempo, melhor podcast de cinema disparado.

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  7. Olá , sou muito fã do podcast e adorei o último episódio. Por influência do Tiago comecei a ver tudo do Rohmer e virei fã . De fato dá pra perceber a influência dele em À L’abordage mas uma atualização que o diretor faz me deixou contente. Nos filmes do Rohmer quase sempre rola um momento em que durante uma discussão um personagem masculino agarra o braço de uma personagem feminina e começa a sacudi-la e o que é ainda mais incômodo é que as personagens agem como se aquilo fosse normal. Em A L’abordage quando isso rola a personagem feminina pelo menos verbaliza seu incômodo e o personagem masculino percebe que fez merda mostrando que sacudir alguém não é uma forma válida de argumentação.
    Obrigado pelo podcast , descobri vocês em 2020 quando fiquei completamente isolado por 5 meses e ouvi-los foi um baita de um acalanto, a cinefilia que vocês foram provocando em mim serviu como um escape daquele momento tão sombrio e me deram acesso a um mundo de descobertas que podia ampliar os limites tão restritos da existência no mundo pandêmico . Vida longa ao Cinema na Varanda!

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