EP 290: Espontânea | Crime em Roubaix

[Ano Passado Explodi, Mas Esse Ano Eu Não Explodo]

A Varanda entra (enfim!) na onda da polêmica cringe. Quais filmes, personagens e diretores são cringe e quais são mais queridos pela geração z? O quarteto cringe de varandeiros comenta um pouco das diferenças e tenta indicar alguns filmes que já possam representar a nova geração. Temos dois filmes em discussão no episódio, e em qual dessas categorias eles se encaixam?

Um deles é Espontânea (13:45), que, a partir de sua inusitada trama sobre alunos que explodem, dá nova roupagem para a comédia teen com ares de romance e de horror.Arnaud Desplechin está de volta com seu último filme que competiu em Cannes. Crime em Roubaix (35:52) remete a um caso real de um crime ocorrido na cidade natal do cineasta francês num misto de policial e realismo social.

E mais: No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um filme policial do argentino Pablo Trapero. O Puxadinho da Varanda destaque as séries Meu Amigo Bussunda, Sweet Tooth e um clamor para lançamento no Brasil do filme Limbo. No Cantinho do Ouvinte, o Metavaranda dos Ouvintes e os comentários sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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*Gravado no domingo, 27 de junho, via internet.

5 comentários sobre “EP 290: Espontânea | Crime em Roubaix

  1. como estava sem celular semana passada, ainda não ouvi o podcast anterior, pois tenho por hábito ver os filmes que vocês comentam antes de ouvi-lo para evitar spoilers e induções interpretativas. Como já comentei sobre spontaneous aqui tempos atrás, me reservo ao direito de falar sobre o flagelo da semana passada. “In the Heights” é um instrumento de tortura camuflado de filme. duas horas e vinte desperdiçadas da minha existência. pior filme comentado na varanda em muuuuuuito tempo. espero que tenham detonado o mesmo sem dó…

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  2. A discussão sobre cringe/millennials vs. gen z me lembrou uma mostra do BAM de 2019 intitulada “We Can’t Even: Millennials on Film”, reunindo filmes como Elefante, Nocturama, Meninas Malvadas, Moonlight, Boyhood, Margaret, The Bling Ring, Citizenfour, Tangerine, Personal Shopper, Bom Comportamento e outros que exploram as diversas identidades dessa geração pelas imagens do cinema. Segue um texto que o curador Ashley Clark escreveu sobre o programa https://twitter.com/_Ash_Clark/status/1153321280701120512?s=19

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  3. Não entendo esse furor todo entre as gerações já que sempre houve a diferença entre elas e isto não era motivo para vergonha ou coisa assim. Não entendo esse revanchismo crescente entre as gerações e cada vez mais a geração recente se acha especial ou com poder sobre as outras e, por vezes, desrespeitoso em relação as anteriores. Não me vejo encaixando em nenhuma geração, uso a rede desde 1995, não tomo desjejum e não vejo tv desde 2000, amo “Harry Potter” (filmes e livros) … entre outras coisa…

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