EP 276: Amor à Flor da Pele | Cherry – Inocência Perdida

[Flor de Cerejeira]

O aclamado filme Amor À Flor da Pele (5:18) é revisitado pela Varanda no embalo do lançamento em streaming, no Brasil, de cópia restaurada do já clássico romance melancólico de Wong Kar-Wai. Aproveitamos para destacar a carreira do cineasta que não lança um novo trabalho há um bom tempo.

E depois do sucesso com os filmes da Marvel, os irmãos Russo estão de volta. Novamente com Tom Holland eles dirigem Cherry – Inocência Perdida (38:09). Como será que se saíram longe dos blockbusters de heróis?E mais: Boletim do Oscar com os vencedores do WGA.

No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um clássico filme do expressionismo alemão. O Puxadinho da Varanda destaca os filmes Cabras da Peste, Fúria Incontrolável e as séries Falcão e o Soldado Invernal e Calls, e a tão comentada Snyder Cut de A Liga da Justiça. No Cantinho do Ouvinte, os comentários dos varandeiros sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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*Gravado na segunda, 22 de março, via internet.

7 comentários sobre “EP 276: Amor à Flor da Pele | Cherry – Inocência Perdida

  1. Hoje, ouvindo vocês no podcast, voltei para aquela noite de 2001, quando eu fui completamente desavisado assistir um filme chinês no Belas Artes em BH. O que foi aquilo! Saí do cinema desnorteado, sentei num banco qualquer da praça da Liberdade e fiquei lá, sei lá quanto tempo, assimilando aquela experiência. Eu não sabia então que um filme podia ser tão bonito, tão arrebatador. Amor à Flor da Pele virou para mim um ideal de beleza cinematográfica. Que sorte poder ouvi-los comentar sobre esta obra-prima. Gostei demais do podcast!

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  2. Amor à flor da pele também está na minha lista de melhores de todos os tempos! Bom demais ouvir vocês falando sobre esse filme. Eu não sei se não prestei atenção ou vocês comentaram só rapidamente sobre a trilha sonora. Acho a trilha e as canções do filme lindíssimas. Agora mesmo estou ouvindo em looping a “Yumeji’s theme”.
    Abraços!

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  3. Alô Varandeiros, mais um episódio perfeito. Achei bastante pertinente a discussão entre dissociar a vida do artista com sua obra. Isso despertou a minha “politica de cancelamentos” rs. Amo por exemplo Woody Allen e Kevin Spacey e consigo ver suas obras numa boa, contudo quando chega no caso brasileiro, onde vivemos um momento politico cujos valores estão tão deturpados, eu não consigo mais aguentar o José Padilha e principalmente o Cantor Fagner, por ser cearense como eu. Acho que quanto mais próximo de nós está o problema, isso nos afeta ainda mais.No mais, acho o podcast fantástico e sempre me divirto no momento Belas Artes , em que sempre sobra para o Chico Fireman comentar o filme da semana.

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  4. Olá Varandeiros! Assisti Amor à Flor da Pele pela primeira vez ano passado e me encantei profundamente. Tenho 21 anos e mesmo assim todo aquele clima potente, sensual e charmoso me arrebatou. Fiquei muito envolvido pela trama, muito curioso para ver onde tudo aquilo me levaria. Cheguei ao final embasbaco e completamente em êxtase. Realmente é uma experiência sensorial bem única. Resolvi reassistir por conta do lançamento da MUBI e me surpreendi ainda mais. Mesmo com a história fresca na minha mente. consegui me deliciar com cada momento do filme. Acredito que o impacto tenha sido diferente pela “falta de novidade”: agora eu não estava preocupado com os rumos da trama, mas sim na identificação dos elementos que me encantaram tanto. Foi ai que pude apreciar mais a fotografia, trilha sonora, figurinos e etc. Acredito que, no final das contas, os grandes filmes são assim: a cada assistida uma nova descoberta, com sentimentos diferentes, mas sempre surpreendentes. Abraço para vocês, continuem com o ótimo de trabalho! Já descobri muita coisa boa por causa de vocês. Muito obrigado!

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  5. Como o Tiago Faria comentou no episódio que gostaria de saber o que jovens cinéfilos achariam de Amor à Flor da Pele, segue a minha contribuição: primoroso. O (incrível) figurino, a trilha sonora, as cores, a fotografia, as repetições, tudo nos embala e nos prende nessa história de amor que, embora simples, se torna extremamente sensual apesar da quase que ausência de contato físico. E foi uma feliz coincidência ter visto esse filme logo após outra recomendação de vocês, Lover Rock, que também utiliza elementos visuais de maneira magistral e bastante sedutora para nos transmitir a sensação de fazer parte daquele momento específico. Sigo grata pelas recomendações de vocês, especialmente pelo alento que nos trazem em meio ao isolamento social. Forte abraço!

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