EP 269: Mulher-Maravilha 1984 | Monos

[É 8 ou 84]

No episódio da semana, um dos grandes blockbusters dos últimos meses e um filme colombiano muito premiado no circuito dos festivais.

Mulher Maravilha 1984 chega aos streamings com sua proposta de resgatar a atmosfera da década derradeira da Guerra Fria. A grande aposta da Warner, novamente com direção de Patty Jenkins, faz jus à franquia da super-heroína e ao cinema de entretenimento dos anos 80?

Enigmático e imersivo, o filme Monos – Entre o Céu e o Inferno (31:10) se passa no meio selva amazônica colombiano: um coming-of-age em meio à guerrilha e o sequestro de uma engenheira americana.

No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos a deliciosa comédia policial As Oito Vítimas. No Puxadinho da Varanda destaques para os filmes Abaixo de Zero, Adu e Destruição Final – O Último Refúgio. E, no Cantinho do Ouvinte, os comentários dos varandeiros sobre o episódio anterior, aproveitamos também para um balanço final sobre a Mostra Tiradentes. Bom Podcast!

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*Gravado na segunda, 1 de fevereiro, via internet.

5 comentários sobre “EP 269: Mulher-Maravilha 1984 | Monos

  1. Meus amigos, forte abraço!

    Eu continuo acompanhando, mas com um delay gigantesco, afinal, os lançamentos de vocês nem sempre são os meus rsrsrs.

    Eu vi MM84 e, ainda que eu adore o Chico e seu olhar positivo sobre o filme, achei o filme bastante perdido em sua proposta. Um filme bobo, com vilões para lá de caricatos e com uma MM maravilha tão apaixonada que perdeu a sua força feminina (ainda que o filme segure essa ideia do inicio ao fim).

    Concordo que, se fosse no cinema, a história poderia gerar um melhor impacto (nos enganaria melhor rsrsr), mas, um bom filme tem que funcionar em qualquer lugar.

    Abraços!
    Carlos Lira

    Curtir

  2. Que honra! Ouvir vocês falando sobre meu filme é algo realmente diferente na vida, um sinal de que as coisas caminharam e deram um pouco certo na carreira. De verdade, tem um peso grande pra mim.

    Tenho 30 anos, sou de Manaus, e sou ator desde 2009. Enterrado no Quintal é meu quarto curta, mas só realmente consegui algum destaque com meu curta anterior, Obeso Mórbido, que também foi pra Tiradentes.
    Assim como quase todos vocês sou jornalista de formação, graduado pela UFAM, trabalhei em diversos veículos de comunicação da cidade, demorei 6 anos pra me graduar, e assim que o fiz, abandonei o jornalismo. Comecei a trabalhar no teatro, depois no cinema, e vi que era isso que queria pra vida. Brinco que troquei uma carreira falida por outra, então nem foi tão difícil assim tomar a decisão.

    Antes de vocês, só ouvi um podcast na vida, que foi o Podcast do Cinema em Cena, com o Renato Silveira. Quando o descobri, já estava com muitos episódios lançados, e como tava no início da fase cinéfila, não me importei em ouvir tudo pela ordem: na real, achava até melhor, pois assim era muito mais fácil ouvir os comentários já tendo visto os filmes. Ouvi todos os episódios.

    2019 foi um ano de declínio pra todo mundo que trabalha com cultura, e 2020 foi a reafirmação de todos os compromissos do Bolsonaro com o enfraquecimento e deslegitimazação do pensamento e das artes. Com a pandemia tudo ficou ainda mais dramático. Já tinha pensado em ouvir o podcast várias vezes, mas sempre acontecia alguma coisa. Na pandemia, pensei que o podcast poderia ser um aliado para os dias que passavam tão devagar. E acertei! Se transformou num grande parceiro, presente em momentos maravilhosos, e também dramáticos, de dor. Não sei se imaginavam isso quando criaram o podcast, mas sinto ele como um parceiro, que me estimula a sempre me manter atento ao que me alimenta como artista, mas que também estava comigo em momentos importantes. Uma companheiro. Às vezes toco o podcast pra relaxar, pra esquecer de um assunto, mas na maioria das vezes é uma forma de me alimentar do que amo, do que escolhi pra vida. No cotidiano a gente se esquece de diariamente evoluir e se perceber como criador, e o programa de vocês, a paixão de vocês por filmes, é um estimulante, algo que me aproxima da essência que tento desenvolver em mim. Na real, ver que estava centenas de episódios “atrasado” serviu como estímulo ainda maior. Tem muita coisa ainda a ouvir!

    Por estar sem grana, durante boa parte de 2020 trabalhei como Uber, e em cada brecha que tinha ouvia vocês. Ouvia todo dia, várias vezes ao dia. Nos dias legais e nos dias de merda (a maioria esmagadora. ser Uber é difícil, mais do que esperava). Voltar pra casa ouvindo vocês me dava gás pra entender que o momento pelo qual estava/estou passando é passageiro, minha essência tá no cinema, assistir filmes, fazer filmes. Ouvi-los sempre é uma maneira de lembrar.

    Neste momento que escrevo, terminei o episódio 148 (fiquei surpreso o quanto Tiago e Michel gostaram do Bradley Cooper em Nasce Uma Estrela hahaha). Claro que já furei a fila pra ouvir comentários sobre filmes que vi e que gostei muito (Burning, First Reformed, Era Uma Vez em Hollywood, Bacurau, Parasita, Joias Brutas, Retrato de Uma Jovem Em Chamas, etc), além é claro deste episódio de agora, pois tinha o sonho de ouvir meu curta sendo analisado. Michel dando um 6,5 é algo para celebrar, estou no Varanda Awards!!!!!

    Vou seguir ouvindo os episódios na ordem, e acho que em algum momento do ano que vem alcanço vocês. Obrigado por trazer um conteúdo tão bom, denso, sem preconceitos, com ideias de filmes de propósitos diferentes, valorizando o popular sem ficar de quatro pra ele, e trazendo o cinema de “arte” sem colocá-lo de cima pra baixo diante dos demais.

    Vou continuar produzindo meus filmes por aqui, já tenho mais um curta gravado, se chama Terra Nova, e já pensando num longa (de repente gravá-lo ano que vem). Tentando manter a cabeça fora da água. Quando o Covid for superado, espero que em 2021, seria genial encontrá-los nas mostras pelo Brasil, torço demais pra que isso ocorra, pois pelo tempo de escuta, os considero meus amigos cinéfilos favoritos.

    Grande abraço.

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