EP 258: Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre | Rosa e Momo

[Mulheres à Beira de um Ataque de Prêmios]

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (8:58), de Eliza Hittman, foi uma das sensações dos festivais de Sundance e Berlim. Disponível na Apple, o filme narra a jornada de uma adolescente para fazer um aborto, um tema retratado com pouca frequência por diretoras no cinema.

O Boletim do Oscar traz os indicados o Gotham e, na segunda parte(37:01), os filmes que já foram escolhidos para representar seus países no Oscar de Filme Estrangeiro, incluindo a pré-lista brasileira, e as chances de Sophia Loren ser indicada a melhor atriz por Rosa e Momo (42:10), onde ela é dirigida por seu filho.

No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um filme soviético que é dos maiores clássicos do cinema. No Puxadinho da Varanda (1:02:54) destaque para a nova temporada de The Crown, e os filmes A Febre e Quarto 212. E, no Cantinho do Ouvinte, os comentários dos varandeiros sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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Gravado na segunda, 16 de novembro, via internet.

2 comentários sobre “EP 258: Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre | Rosa e Momo

  1. Olá varandeiros,
    Chego aqui comentando pela primeira vez com uma pauta já um pouco atrasada mas que não queria deixar passar.
    Tive no último mês a minha primeira experiência com a Mostra de São Paulo. Há anos eu tinha vontade de ir para São Paulo para acompanhar o Festival, e depois de ter começado a ouvir o Cinema na Varanda no começo do ano passado, a vontade só aumentou.
    Se a com a pandemia as idas aos cinemas se tornaram inexistentes, por outro lado não apenas me possibilitou acompanhar um pouco de vários festivais que aconteceram online ao longo desse ano, como também facilitou muito o acesso à Mostra. Junto com um projeto da faculdade, decidimos fazer a solicitação para o credenciamento de imprensa, mas acabamos não recebendo uma resposta positiva.
    Porém, para nossa surpresa, mal o festival havia começado e descobrimos que poderíamos ter acesso às próximas cabines. Alguns dias depois, outro email dizendo que haviam diretores disponíveis para entrevistas. De um dia para o outro, eu pude ter acesso às minhas primeiras cabines de imprensa da vida, e ainda pude entrevistar o diretor Dani Rosenberg do filme A Morte do Cinema e do meu Pai Também.
    Apesar de não ter conseguido assistir a vários dos grandes filmes da Mostra, foi uma grande oportunidade para mim, tanto por ter finalmente ter vivido um pouco dessa experiência que é a Mostra de São Paulo como imprensa e como cinéfilo, quanto para desenvolver a minha escrita.
    Escrevi sobre 3 longas da Mostra além dos 5 curtas no site Persona, um projeto de crítica cultural da Unesp de Bauru. Realizamos uma cobertura bastante ampla nesse projeto, e foi muito proveitoso para todos os envolvidos. Além disso, gravamos um episódio com a RUV, um projeto de produção de podcasts também da Unesp. Deixo aqui os links para as críticas que escrevi, para as outras realizadas pelo Persona, e para o podcast que gravamos a respeito da mostra:
    https://personaunesp.com.br/tag/joao-batista-signorelli/
    https://personaunesp.com.br/tag/mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/

    Gostaria de deixar o meu agradecimento aos varandeiros por de certa forma terem servido como incentivo para que eu buscasse e encontrasse essa oportunidade que já abriu muitas portas, e que acredito que abrirá muitas outras!

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  2. Oi gente meu nome é Arthur Gonçalves e sou fã de vocês. Conheci o podcast no começo da pandemia e vcs já viraram meus parceiros durante minhas andadas de bike pela cidade rs.

    Queria usar o cantinho do ouvinte pra falar sobre o comentário da Cris sobre The Crown!

    Vi a quarta temporada sendo que não tinha visto nenhum episódio das outras e realmente não tive nenhum problema.

    Queria botar na varanda uma questão sobre a veracidade da série com a realidade. Existe um colunista do The Guardian que chama Simon Jenkins que fez criticas bem duras rotulando a série de propaganda e abuso da licença artística. Sei que é uma discussão antiga quando o audiovisual tenta retratar fatos reais do passado e o próprio Peter Morgan admite que nem tudo é 100% fidedigno com a frase “Sometimes you have to forsake accuracy, but you must never forsake truth.”

    Entendo os roteiristas usarem artifícios para dramatizar as narrativas durante a série mas realmente é uma linha bem tênue.

    Bom queria saber o que vcs acham disso mas fazer a ressalva que pra mim pelo menos que não sou inglês e quero mais consumir um produto de entretenimento a série é um prato cheio e muito bem feita.

    Ps realmente o ator do príncipe Charles é um colírio perto da realidade rs.

    Gente é isso um abraço pra todo mundo e saiba que vcs fazem a minha pandemia mais leve também, beijos!

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