EP 255: On the Rocks | Rebecca | 44ª Mostra de SP

[Encontros e Reencontros]

Sofia Coppola está de volta, dessa vez com um filme mais leve e direto. On the Rocks é sobre uma mulher que teme a infidelidade do marido, mas é também sobre a relação pai-filha. Será que teremos Bill Murray no Oscar nessa nova parceria com Sofia?

Rebecca (29:18), a nova versão do clássico de Hitchcock, é dirigida por Ben Wheatley. O cineasta insiste que seu filme é mais fiel ao livro, e entre as semelhanças e diferenças, fica nosso debate sobre o filme. Há spoilers entre (47:45) e (53:02).

No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um filme de Philippe Garrel. No Puxadinho da Varanda debate de 3 destaques da Mostra SP: Nova Ordem, Sibéria e Isso Não é um Enterro, É uma Ressurreição. E, no Cantinho do Ouvinte, os comentários dos varandeiros sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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Gravado na segunda, 26 de outubro, via internet.

15 comentários sobre “EP 255: On the Rocks | Rebecca | 44ª Mostra de SP

  1. Sou estranho se achei On The Rocks o filme mais engraçado do ano? Nem lembrava como era rir alto a cada 10 minutos assistindo a um filme.

    Começando minha campanha por On The Rocks na premiação do Oscar com apresentação musical via Zoom do Bill Murray.

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  2. Olá vou lançar aqui um outro ponto misterioso deste filme da Sofia tal qual como aquele cochicho em encontros e desencontros : alguém sabe o que estava escrito naquele relógio?
    Talvez fosse Sofia admitindo que sim…se baseou no papai Coppola hein?
    Fica o misteriooooo….abraços pessoal…
    Chico para de me ignorar no twitter 😦

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  3. É ótimo o podcast de vocês. Um diferencial entre os podcasts de cinema, sem dúvida. Gosto da proposta da equipe, que é bem crítica em relação aos filmes, sem aqueles superlativos e “babação de ovo” que compõem a maioria dos sites de cinema e afins. Às vezes acho que o consenso de vocês é até duro demais. Ouço o programa há pouco tempo, e confesso que ainda não os vi dando sequer uma nota 7,0 a nenhum filme. Nem para um filme que gostei muito: “Os Sete de Chicago”. Mas prefiro assim: um olhar muito criterioso sobre a obra. Quero dizer que através do podcast descobri o maravilhoso e barato streaming Belas Artes. Sou assinante graças a vocês e adoro o conteúdo que ele proporciona. Continuem com o bom trabalho.

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  4. Assisti ao filme “On the Rocks” e achei-o bastante agradável. Entendi que a proposta da diretora era fazer um filme simples e eficiente, e ela alcançou êxito dentro desta proposta. Se vê-lo sem a expectativa que o nome da diretora gera, percebe-se que é uma comédia superior às bobagens que se faz no gênero desde sempre. Não é um ótimo filme, mas nem quer chegar a sê-lo. Apenas simpatia pura.

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  5. Acho que o Brasil de 2020 me deixou com muito sangue nos olhos pra não problematizar On The Rocks e seu sorvete de privilégios com casquinha crocante. O puro suco do tédio dos bem nascidos. O filme é leve? É. Agride? Não. Até achei um bom entretenimento para aqueles momentos em que você está em modo economia de energia (principalmente depois que a reprise de Fina Estampa acabou). E os detalhes autobiográficos que vcs comentaram no episódio tornaram o filme um pouco mais saboroso. Mas não consigo embarcar de cabeça (pelo menos não hoje em dia) numa história de angústias gourmetizadas, como uma pilha de panelas Le Creuset sujas na pia ou um bloqueio criativo diante de uma tela de um Macbook em branco. É como diz a música do Pulp, que tanto amo: “You´ll never live like common people”. Amo a obra da Sofia Coppola e minha aposta é que On The Rocks no futuro será visto como um trabalho menos importante na filmografia dela.

    Estava com saudade de comentar por aqui! Abraços a cada um de vocês e cuidem-se! 🙂

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  6. Queria aproveitar esse espaço pra comentar três filmes da Mostra que vi nesta semana. O primeiro deles é um documentário chamado “Samba de Santo”; e os outros dois são ficções: “Valentina e “Um dia com Jerusa”.
    “Samba de Santo eu recomendo bastante. Acompanhando dois tradicionais blocos de carnaval de rua de Salvador, o documentário apresenta um panorama histórico, cultural, social e religioso da Bahia, e do Brasil. No final, com as cenas da saída dos blocos pela rua, o filme me perdeu um pouco, mas no geral é bem interessante.
    “Valentina” é um filme importante de ser visto, mas mais pela temática da qual ele trata. Através da história de luta de uma adolescente trans para ter sua documentação renovada a fim de poder usar seu nome social,o longa mostra as dificuldades pelas quais transsexuais passam, principalmente em um ambiente tão hostil, como a escola. Tirando algumas soluções de roteiro que não fazem muito sentido, como a amiga que hackeia, do computador de casa, o sistema de uma operadora de celular para encontrar os dados do pai de Valentina, o filme é bem bacana.
    Já não dá pra dizer o mesmo de “Um dia com Jerusa”, que apesar de uma ideia inicial que me chamou a atenção: falar sobre a ancestralidade negra no Brasil; o longa se perde em um roteiro frágil e pouco convincente. Recomendo o filme apenas por conta da sua relevância temática e por ele ter sido feito com uma equipe e elenco praticamente todo composto de mulheres negras.

    Um abraço a todes do podcast, e aguardo a opinião de mais alguém que tenha visto algum desses filmes!

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  7. Olá varandeiros queridos,

    Segui a dica do Chico do outro episódio e assisti a “Dias” na Mostra de SP. Realmente, levei dias para ver esse filme, hahaha. Pelo menos as 48 horas de aluguel foram usadas até o último minuto.

    Ok, a mensagem é passada e a solidão dos personagens é sentida ao longo da projeção, mas acredito que um curta seria mais tocante e funcionaria melhor. Senti muito tédio com aqueles enormes takes.

    Chico, estou no aguardo do meu reembolso de R$6, por gentileza, hahaha.

    Brincadeiras a parte, adoro muito vocês, principalmente o Chico (mordo e assopro). Estou adorando participar pela primeira vez da Mostra de SP (um dos benefícios trazidos pela pandemia).

    Uma dica da Mostra: o filme pernambucano Curral.

    Abraços!

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  8. Desde ” Maria Antonieta” que a Sofia Coppola não faz nada bom. Esse “WPP movie” me lembrou as novelas “leblonianas” do Manoel Carlos, sendo o Bill Murray “a Helena” da Coppolinha. Passo.
    Mil vezes a (des)pretensão do Remake de Rebecca, pelo menos temos a exuberante atuação da Scott Thomas, no papel de “Mãe” da Rebecca.
    e lá vamos nós sofrer vendo Borat porque o CNV vai comentar….
    Abs

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