EP 221: O Homem Invisível | Você Não Estava Aqui | Martin Eden

[Três Homens e uma Mulher Bem Visível]

A mulher bem visível no episódio desta semana é Elizabeth Moss. Cansada de uma relação abusiva, ela foge de casa e acredita ser perseguida pelo Homem Invisível (12:18). O filme de terror sensação desse início de ano está em debate na varanda.

Nesses novos tempos de relações profissionais conectadas à tecnologia e a uma questionável ilusão de liberdade, Ken Loach está de volta com Você Não Estava Aqui (37:08) e seu cinema de alto engajamento social.

Ainda temos Martin Eden (1:01:02), a adaptação à italiana de um livro do americano Jack London que cria um surpreendente retrato de um marinheiro que quer ser escritor por conta própria.

Ainda há espaço para os 100 anos do lançamento de O Gabinete do Dr. Caligari, no Momento Belas Artes à La Carte. Antes, um giro pela premiação do Festival de Berlim e o protesto na entrega dos prêmios César. No Puxadinho da Varanda, destaque para a nova safra de animes dos Estúdios Ghibli que chegam à Netflix, a imperdível mostra sobre o cinema de Fellini e o reality show The Circle. E, no Cantinho do Ouvinte os comentários dos varandeiros sobre o espisódio anterior. Bom Podcast!

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Gravado na segunda, 2 de março, na varanda do Michel.

8 comentários sobre “EP 221: O Homem Invisível | Você Não Estava Aqui | Martin Eden

  1. Eu passei minha vida toda com aversão a filmes de terror e só recentemente passei a tomar gosto pelo gênero. Ano passado meu filme do ano foi Us e neste ano O Homem Invisível talvez entre no meu top 10, achei incrível, uma mistura de A Ghost Story, Ex Machina e Gone Girl.

    Abraços do Ceará!

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  2. Tristeza é você querer assinar o Belas Artes a La Carte mas não poder porque mora na Nova Zelândia e o serviço não funciona aqui. Ô tristeza… #BrazilianImmigrantProblems

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  3. Revi O Gabinete do Dr. Caligari no ano passado, na sessão a céu aberto que encerrou a Mostra de SP. Ele continuou sendo tão claustrofóbico e impactante quanto da primeira vez que vi, mais de 20 anos atrás. Será que algum desses filmes que estamos falando hoje (Corra, A Bruxa, Nós, O Homem Invisível) vai sobreviver por cem anos? Aliás, algum filme deste começo de século chegará bem em 2100? Um grande abraço.

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  4. Primeiro preciso agradecer vocês por terem me apresentado ao filme Antes do Amanhecer. Estava um pouco atrasada nos programas e só ouvi esse episódio semana passada e decidi dar uma chance pra esse filme, não sei pq mas sempre tive uma certa preguiça dele. Assisti e amei ! Dei 5 estrelas e um coraçãozinho no LetterBox!
    Quanto ao Homem Invisível que filmão! Não sei se é pelo fato de ser mulher ou se é pq era a Elizabeth Moss ali, mas eu simplesmente assumi desde os primeiros minutos que ela estava falando a verdade e que o marido era um maníaco controlador e a partir daí tudo que aconteceu pra mim foi verossímil. Até mesmo mais para o final quando ele luta com uma destreza meio incrível eu comprei e boa. Aliás se ele tivesse virado o Robocop pra mim tudo bem, eu já estava envolvida totalmente.
    Falando na Elizabeth Moss, o que é aquela cena, logo no começo quando ela ainda acha que o marido morreu mesmo, que ela transmite todo seu alívio só pelo olhar? Amo essa atriz gente!
    Até mais!

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  5. A Varanda me levou ao cinema na última semana. Não tinha me empolgado muito com as estreias, mas depois de escutar aqui fiz uma força. Saí com 50% de aproveitamento, adorei Martin Eden e quase não suportei O Homem Invisível. De qualquer forma, vocês continuam sendo uns amores. Abraços!!

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  6. Oi, pessoal!
    Sobre O Homem Invisível, fiquei um pouco incomodada com o roteiro em algumas partes que me pareceram meio preguiçosas ou mal esclarecidas; alguns personagens pareciam ter super poderes. Queria um buraco do spoiler pra esse filme! Sobre a dúvida inicial que a audiência tem, quem viu o trailer já entrou sem ela, a cena da escada já estava lá no trailer (tem que acabar o trailer com spoiler!!!). Concordo plenamente que a Elisabeth Moss traz uma credibilidade muito maior ao filme, apesar dele retratar bem uma situação de abuso, uma atriz ruim ou até menos conhecida, talvez deixasse a gente prestar mais atenção nos furos do filme. Saí satisfeita com o final e pensando se as escolhas de papel de Moss não são, na verdade, um pedido de socorro pra tirarem ela da cientologia. XD
    Abraço!

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  7. fazendo um link entre filmes… Seria “o serviço de entregas de kiki” do miyazaki uma análise da uberização do trabalho nos moldes de “você não estava aqui”

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