EP 216: 1917 | Um Lindo Dia na Vizinhança | Boletim do Oscar: DGA

[Tem Mensagem pra Você]

Chegou a vez da nossa conversa sobre o grande favorito ao Oscar 2020. No Boletim do Oscar, nossa análise sobre a vitória de Sam Mendes no DGA. Logo depois, 1917 (13:24) entra em debate: a imersão do plano-sequencia único, passando por seu apuro técnico, e até uma discussão sobre montagem e fotografia.

Também falamos de Um Lindo Dia na Vizinhança (1:09:33), o filme dirigido por Marielle Heller sobre o encontro do apresentador infantil Fred Rogers e um jornalista com fama de durão. O longa rendeu uma nova indicação a Tom Hanks ao Oscar.

E temos novidade: a parceria da varanda com o streaming Belas Artes à La Carte! Além disso, no Puxadinho da Varanda o destaque para os filmes A Melhor Juventude e O Despertar das Formigas. E no Cantinho do Ouvinte os comentários dos varandeiros sobre o episódio anterior. Bom Podcast!

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Chico Fireman @filmesdochico

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Gravado na segunda, 27 de janeiro, na varanda do Michel.

14 comentários sobre “EP 216: 1917 | Um Lindo Dia na Vizinhança | Boletim do Oscar: DGA

  1. Oi pessoal! Gostaria primeiramente de agradecer a todos vocês pelo conteúdo maravilhoso. Já ouvi muitos podcasts mas nenhum conseguiu me transformar num ouvinte assíduo, isso mudou quando conheci a Varanda. Hoje já me considero fã de carteirinha, compartilho os episódios nas minhas redes, indico para os amigos e fico sempre ansioso pela próxima edição. Fiz uma viagem de carro de Natal (onde moro) para a praia de Japaratinga, em Alagoas (alô Chico!) no último final de semana e as 7h de estrada foram muito mais leves ao som da Varanda. Fica aqui o meu muito obrigado mais uma vez e com certeza aparecerei mais vezes nos comentários do blog. Abraço!

    PS: Alguém avisa pro Tiago voltar a atualizar o Letterboxd pelas caridades!!!!!

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  2. Olá pessoal!

    Primeiro ver a Cris falando sobre edição foi sensacional!
    Gostei bastante de 1917, deve ser pela baixa espectativa que eu tinha antes de entrar no cinema, porque não gosto muito de filmes de guerra. Embarquei no filme, gostei do ator principal achei ele bem bom, mas o filme e esteticamente lindo e vazio de conteúdo.
    Vocês acham que esse ano que a disputa do Oscars será Forma(1917) X Conteúdo (Parasita)?
    Também sou #teamparasita

    Abraços !

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  3. Adorei a masterclass pocket da Cris sobre edição! Voto pra ter um pequeno comentário dela sobre a edição dos filmes discutidos na varanda. Adoro vocês, sempre um prazer ouvir. Me salvam nos trânsitos do RJ (que é pior do que o de SP) ou me garantem uma hora de esteira na semana. Um forte abraço!

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  4. Valeu pela dica de “Vá e Veja” no catálogo do Belas Artes. É um dos filmes de guerra que mais me deixou desnorteada após assistir. Só fiquei preocupada se os animais realmente foram mortos nesse filme, já que as cenas parecem bem reais; espero que não =\

    Parabéns a toda a equipe desse melhor podcast de cinema ❤

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  5. Se eu participasse do Varanda Awards 2020, daria dois prêmios ao 1917: o prêmio “ah, se eu tivesse um travesseiro!”: o filme é tão imersivo que eu cochilei na hora que um personagem desmaia e só acordei minutos depois… e o novo prêmio “ah, se eu tivesse um joystick!” para ficar apertando X e pular as cenas sem graça desse videogame.

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  6. Esse episódio me fez refletir muito mais sobre a forma como apreciamos e nos envolvemos com cinema do que a respeito dos filmes em si. Porque, afinal, não vemos um filme sozinhos: vemos com nossas bagagens e nossas referências, com nossas dores e alegrias do momento. Me lembrou de quando vi um drama jovenzinho chamado Garden State, perto dos meus 20 anos, que me tocou tão, mas tão profundamente naquela época, e que hoje só me traz um carinho nostálgico que não pretendo estragar revendo-o.

    Tudo isso é pra dizer que eu adorei 1917, que não senti nenhum “conteúdo vazio” (e estava esperando por esse vazio, admito) e que me envolvi naquele ritmo sem me questionar se era o certo a se fazer ou não, se eu estava comprando o vencedor do Oscar ou uma transmissão de videogame.

    Bom, e como uma espectadora média, que ainda não criou calo suficiente para encarar um Vá e Veja e nem se aprofundou devidamente em outros filmes de guerra clássicos, ratifico o comentário da maioria aqui da página: que a Cris arrasou nesse episódio. Porque quando ela fala sobre edição com um didatismo e uma proximidade superelegantes ou cita o “padre gato do Fleabag”, ela aproxima o especialista do espectador comum sem que a gente, do lado de cá, fique questionando a dedicação que ofereceu ao que acabou de assistir. Perdão pela viagem, mas vejam como a Varanda também é terapia. Beijos e abraços!

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    1. Um filme pode ser interpretado de tantas maneiras diferentes… Acho que este trecho do seu comentário resume tudo: “Porque, afinal, não vemos um filme sozinhos: vemos com nossas bagagens e nossas referências, com nossas dores e alegrias do momento”.

      Sim. É isso. Vemos os filmes com os nossos olhos, tentando (ou não) entender a maneira como outras pessoas viram aquele filme. É óbvio, mas é isso.

      Abraço!

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