EP 213: Globo de Ouro | O Caso Richard Jewell | O Farol

[O Clássico, o Ousado, e o Sem Cortes]

No primeiro episódio do ano Varanda repercute o resultado do Globo no Ouro. Será que o filme 1917, de Sam Mendes, ganhou força total nessa fase da Corrida do Oscar?

Os varandeiros também conversam sobre duas grandes estreias da semana: O Caso Richard Jewell (28:50), de Clint Eastwood, e O Farol (1:02:17), dirigido por Robert Eggers.

No Puxadinho da Varanda tem Frozen 2 (1:29:05) e, no finalzinho do episódio, Chico Fireman deixa seus palpites para os indicados ao Oscar. No Cantinho do Ouvinte, as opiniões dos ouvintes sobre o Varanda Awards. Bom Podcast!

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Chico Fireman @filmesdochico

Cris Lumi @crislumi
Michel Simões @michelsimoes
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Gravado na segunda, 6 de janeiro, na varanda do Michel.

6 comentários sobre “EP 213: Globo de Ouro | O Caso Richard Jewell | O Farol

  1. Feliz 2020!
    Agora que o ano acabou, posso deixar minhas listas aqui:
    Melhores filmes do ano:
    1 – Parasita;
    2 – Nós;
    3 – Bacurau;
    4 – Era 1 vez em Hollywood;
    5 – Coringa;
    6– O Irlandês;
    7– A Mula;
    8 – Historias de um Casamento;
    9– Morto Não Fala ;
    10– Greta;

    Séries do ano
    1– Years And Years;
    2– Modern Love;
    3– Chernobyl;
    4 – Into The Dark;
    5 – Twilight Zone;
    6 – Watchmen

    Filmes da Década (ordem Aleatória)
    1– Incendios;
    2 – Relatos Selvagens;
    3– A grande beleza;
    4– Hereditário;
    5 –A Bruxa;
    6 – Roma;
    7– Precisamos Falar sobre o Kevin;
    8– Baby Driver;
    9– A Origem;
    10 – Que Horas Ela Volta;
    11– O Animal Cordial;
    12– Era uma Vez em Hollywood;
    13– Nós;
    14– Parasita;
    15– Mother;
    16– O Mestre;
    17– Whiplash;
    18– Melancolia;
    19– Miss Violence;
    20– Molly’s Game;
    21– Elle
    22– The Sunset Limited

    p.s: O Farol só nao entrou porque assisti dia 2.
    Abraços

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  2. Olá pessoal !

    Antes de qualquer coisa eu queria que vocês soubessem a importância que vocês tiveram para o meu início no mundo do cinema. Vocês me apresentaram filmes que eu jamais assistiria sem aquele empurrãozinho e por isso iria perder filmes incríveis por puro preconceito ou preguiça.
    Graças a vocês meu filme preferido da vida é Blindspotting, que obviamente eu nao teria visto se não fosse o Thiago, que o elogiou muito.
    O discurso do Bong Joon-Ho é muito correto por isso, muitas vezes temos uma barreira com o novo, com o que não estamos acostumados.
    Aliás, proferi esse discurso na minha casa, com meu marido, dias antes do Bong Joon -ho fazê-lo no Globo de Ouro, vez que ele resiste em assistir Parasita por ser em uma língua que ele não está acostumado a ouvir.
    Por fim, não acredito que vocês não gostaram de O Farol ! Eu adorei ! Pra mim está ali com a Bruxa, entre os meus preferidos. Talvez eu tenha gostado tanto porque na batalha com meu marido para que ele supere seus preconceitos, eu o convenci a assistir O Farol e ele aceitou. Vejam que para ele assistir um filme em preto e branco é quase um castigo, e no fim ele acabou gostando.
    Só queria que vocês soubessem que vocês deram o pontapé inicial para que eu me apaixonasse de verdade por cinema, tanto que hoje não só assisto filmes como compro livros e mais livros sobre o mundo do cinema.
    Também queria que vocês soubessem que são meus companheiros em dias de faxina e indo pro trabalho !
    Abraços a todos e obrigada !

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  3. Oi, varandeiros. Terminei o episódio só na manhã desta quarta (8). Ando meio sumido dos comentários por uma mistura de trabalho acumulado e preguiça, mas como a Cris mencionou nossa experiência na sessão de O Farol, achei que tinha de jogar minha opinião na roda. Acho que o Michel acertou em cheio com sua análise. O próprio Eggers disse para mim em uma entrevista que Bergman foi uma de suas referências. Eu vejo O Farol como uma alegoria sobre a fragilidade da masculinidade em que o terror mais gótico – representado pelos elementos fantásticos da trama – é a materialização dos desejos reprimidos que atormentam o “macho”. São dois caras brigando por um pinto gigante! Sei que é um humor muito peculiar, uma mistura do sombrio com o escatológico, mas eu embarquei nessa tiração de sarro. Palavras do próprio Eggers na entrevista: “Todos os fãs de A Bruxa vão ver esse filme esperando um festival de terror super sério e sóbrio, mas aí o Willem Dafoe peida em 5 minutos de filme e eles vão pensar: ‘Como devo reagir seriamente a um peido?’ A verdade é que é para ser engraçado mesmo.” Vejo o Eggers aqui como um cinéfilo em seu parque de diversões e eu, particularmente, me diverti bastante com a experiência sensorial que ele propôs. Agora, obra prima já é demais, né. É um bom filme feito com muito cuidado e apuro técnico. Nem acho que tem a pretensão de ser algo maior do que é de fato. Um beijo para todos. Principalmente para a Cris, uma ótima companheira de sessão. ( :

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  4. Olá, varandeiros!
    Comento hoje para agradecer a lembrança no prêmio Henrique Miura haha. Gostei muito de O Farol, ao contrário da maioria de vocês. Mas queria perguntar se vocês vão fazer algumas citações de filmes que mais esperam em 2020. Lembro que fizeram no Varanda Awards de 2018! Abraços

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  5. Sobre O Caso Richard Jewell:

    Ao meu ver o diretor soube tratar de forma humana e bastante carinhosa o núcleo familiar do Jewell e a relação dele com seu advogado, além da crítica que ele faz a essa família e ideia do herói americano, fica evidente como isso toma espaço da trama e como tudo isso foi importante pra construir a narrativa. No entanto, a forma como ele aborda as instituições e os poderes, no caso a mídia, o governo e a polícia, é bastante pobre e maniqueísta, falta camada. Se teve respeito para tratar as relações humanas, não se pode dizer o mesmo sobre o outro lado. Para um filme de mais de 2h , teve tempo de sobra para eles abordaram outros aspectos da história, mas ele prefere se atentar nos elementos mais básicos e superficiais dessas instituições. Caricatura pura. Não só o personagem do Jon Hamm que beira ao ridículo (no mal sentido), como o retrato da personagem da Olivia Wilde é machista e inconsistente. Parece que a mídia só tem duas facetas e é isso. A própria atriz admitiu essa questão e descordou do viés dado a personagem. Não se espera menos de um diretor republicano, conservador, homem e branco. As atuações estão perfeitas, é realmente incrível a dinâmica entre os atores, ninguém ali está fora do tom, mas ao mesmo tempo ele não se dá ao trabalho em entender o outro lado, ele também não consegue fazer o casamento perfeito entre esta crítica ao herói americano e o problema das instituições do país. Dessa maneira, tudo fica trivial e a história começa a ter uma aspecto novelístico, em muitos momentos. No resultado final, pra mim, o filme é irregular, em muitos momentos eu achei desrespeitoso, principalmente sendo mulher. Nada moderno como vcs disseram.

    Abraços.

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  6. É impressão minha ou os filme do Clint ultimamente apresentam uma recepção melhor no Brasil pelos críticos do que nos Estados Unidos. Parece que todo filme que ele lança aqui todo mundo gosta, mas não se pode dizer o mesmo de lá. Eu acredito que se esse filme pudesse ter sido feito no século passado, ele teria ganhado o oscar, mas como estamos no século 21 e os problemas que vocês destacaram realmente incomodaram muita gente (inclusive eu) e não devem ser abordados desta maneira, o filme acabou perdendo a força nesta corrida. Fiquei decepcionado com esse filme do Clint, esperava mais. Abraços.

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