EP 180: John Wick 3 | Keanu Reeves

[Keanu – De Volta ao Jogo]

No episódio da semana, o destaque é a trilogia de filmes de ação John Wick e a carreira – polêmica – do astro Keanu Reeves. O herói que nunca se abala – e sempre sobrevive às cenas mais absurdas de pancadaria – fica ou cai da varanda?

Antes disso, começamos com as primeiras repercussões de Cannes em nosso Boletim (5:08): do brasileiro Bacurau a consagrado novo longe de Almodóvar, passando pelo sucesso de crítica The Lighthouse.

A trilogia John Wick (13:30) chega chutando portas e abrindo seu espaço na varanda. Discutimos os três filmes, e como se coloca em destaque no cinema de ação contemporâneo.

E por falar em Keanu Reeves (51:07), que tal um passeio por sua filmografia? Chegou o dia de relembrar Ligações Perigosas, Bill & Ted, Caçadores de Emoção, Advogado do Diabo, Matrix, etc. Um grande ator ou só um figuraça que amamos?

O Puxadinho da Varanda (1:12;37) vem repleto de séries e filmes – e com o aguardado desfecho de Game of Thrones. O Cantinho do Ouvinte com os comentários do episódio anterior, e uma sugestão da nossa ombusdman para nossos ouvintes-varandeiros aprovarem, ou não. Bom podcast!

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John Wick 3 – Parabellum | Chad Stahelski | 67

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Gravado na segunda, 20 de maio, na varanda do Michel.

5 comentários sobre “EP 180: John Wick 3 | Keanu Reeves

  1. John Wick:

    Bem objetivo, minha nota para casa um seria 7,0 para o primeiro; 8,0 para o segundo; e 7,0 para o terceiro. Engraçado que quando acabou o terceiro eu estava tão entusiasmado após a sessão que eu pensava que ele tinha sio meu favorito – talvez por aquele começo maravilhoso, aquelas sequencias lindas de ação. Após eu rever os dois primeiros e até repensar em alguns momentos no meio do filme, deve ser meu menos favorito dos três, mas que ainda assim me agrada demais.

    Não vou comentar muito sobre o Keanu Reeves porque o tema foi bem debatido mesmo e eu não tenho muito meu pitaco para dar. Concordo com vocês em praticamente tudo.

    Sobre o puxadinho:

    – Minha série favorita é Lost (Sopranos e Beaking Bad chegando pertinho, pertinho). Apesar de Sopranos ter dado o pontapé inicial para um período muito feliz para séries onde a própria estrutura de cada episódio tinha uma personalidade própria, Lost foi a série que definia o rumo da TV ali nos início dos anos 2000. Após o término de Lost, muito se questionava qual série seria a sua substituta – e, aliás, viriam vários com mesmo modelo, como Flashforward (o horrror! O horror!) e outras genéricas. Jamais adivinharia que quem conquistaria fãs da maneira como Lost conquistou seria Game of Thrones, uma série completamente diferente de estilo. Eu nunca fui tão fã de Game of Thrones, demorei para me empolgar – meu episódio favorito chama-se “Hold the Door”, focado em um grupo de personagens que nem me agradava tanto assim e que se ausentou uma temporada da série, de tanto aversão eu tinha aos protagonistas. No entanto, eu defendo (como se algo precisasse da minha defesa) o final da série. Achei digno. Teria sido melhor se o final e o episódio anterior fizessem parte de uma espécie de episódio único estendido ou duplo mesmo. Porém eu gosto das resoluções encontradas, na medida do possível.
    – E, curiosamente, eu adoro Westworld, que, para mim, tem aquele clima de Lost que me agarrou tanto na série. É uma série que sai de sua zona de conforto, que progride, que tem uma direção muito segura em seus episódios -Thandie Newton está sensacional, assim como o resto do elenco.

    – Quanto ao modelo de maratona posto pela Netflix, é bom, mas ruim. Mais ou menos isso. Se por um lado funciona muito bem para uma série como Boneca Russa ou The Marvelous Mrs. Maisel, melhor série de comédia em exibição na TV; por outra, séries como Stranger Things ou House of Cards, faria muito mais sentido ter o gancho para um episódio por semana. Ou até Black Mirror.

    Depois de ter escrito tudo isso, a conclusão para esse assunto é uma só, como diria nossa ex-presidenta (saudades): Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.

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  2. Ao meu ver, John Wick é uma das melhores coisas que o gênero de ação nos ofereceu nessa década. Em relação ao Keanu Reeves, acho um ator mediano, mas que carrega uma simpatia um tanto quanto inexplicável. E pra mim, a melhor atuação dele é em John Wick mesmo, pois acho que o jeito durão (ou, como vocês bem definiram, uma “porta”) encaixa perfeitamente com o personagem.

    Acerca de Game of Thrones, concordo com o Chico, achei a temporada bastante apressada em resolver certos conflitos que vinham sendo construídos desde as primeiras temporadas, porém achei o último episódio muito bom e que da um destino coerente para os personagens.

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  3. Amo John Wick tb! Confesso que quando meu marido quis assistir torci o nariz, mas me surpreendi muito! E sinceramente, é o filme de ação que simplesmente dá o melhor motivo de todos para o Keanu Reeves sair mantando todo mundo: a morte da Daisy, que é a melhor personagem do filme, até ser brutalmente assassinada. Cada cena de cada filme lava minha alma, pois nunca vou superar a morte dela. Daisy viverá pra sempre no meu coração S2

    PS- Chico muito obrigada por falar que o Ben Affleck foi um bom Batman, sofri muito preconceito do marido e amigos por dizer isso. Pra mim, ele só perde pro Christian Bale mesmo.

    Abraços!

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  4. Boa noite varandeiros!
    Não posso contribuir com a discussão do John Wick pois só assisti ao primeiro filme e não me despertou grande interesse em ver os demais, apesar de concordar com vocês que as cenas de ação em si são boas. Mas tenho um relato curioso da minha relação com Keanu Reeves:

    Lá por meados de 2004 eu estava andando meio bêbado pela av. Paulista e uma garota da MTV pediu pra me entrevistar e as perguntas seriam surpresas, só sendo reveladas quando ligassem a câmera, a última pergunta era pra eu falar algo que eu repudiava, só consegui responder “o Keanu Reeves, pois ele estragou o dracula, ele é muito ruim…”
    Eu havia acabado de ler o livro do Bram Stocker e fiquei muito decepcionado que toda vez que imaginava o personagem Jonathan vinha o Keanu Reeves na cabeça, e eu queria tanto construir uma imagem mais expressiva pro personagem e melhorar as cenas mentalmente, mas sempre vinha ele, apático e inexpressivo.
    Essa entrevista reprisou diversas vezes e todos que me conheciam falavam “nossa te vi na MTV xingando o Keanu Reeves”, acho que fui o único ‘hater’ do Reeves, mesmo sem intenção.

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