EP 167: Apostas Oscar 2019 | A Mula | Poderia Me Perdoar?

[Negócio Arriscado]

Chegou a hora das nossas Apostas para o Oscar 2019 (1:57). Destacamos as principais categorias, atualizamos os prêmios mais recentes e entramos na brincadeira: quais seriam os nossos 8 Indicados entre todos os filmes elegíveis às estatuetas. Tudo isso no último Boletim do Oscar dessa temporada.

Em discussão, dois filmes inspirados em histórias reais. O novo de Clint Eastwood, A Mula (39:48), sobre um octagenário falido ganhando a vida transportando drogas. E, Poderia Me Perdoar? (1:10:22), que emplacou 3 indicações ao Oscar e tem Melissa McCarthy num surpreendente papel dramático.

Puxadinho da Varanda (1:26:30) destacando 3 documentários oscarizáveis (Minding the Gap, RBG e Hale County This Morning, This Evening), alguns destaques da carriera de Bruno Ganz, e o novo filme de Robert Rodriguez, que está nos cinemas: Alita. Encerramos com o Boletim do Oscar (1:35:50) e os comentários dos varandeiros sobre o episódio anterior. Bom podcast!

| Metavaranda |

A MulaThe Mule | Clint Eastwood | 74
Poderia Me Perdoar?| Can You Ever Forgive Me?| Marielle Heller| 48

| Varandeiros |

Chico Fireman @filmesdochico
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Gravado na segunda, 18 de fevereiro, na varanda do Michel.

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13 comentários sobre “EP 167: Apostas Oscar 2019 | A Mula | Poderia Me Perdoar?

      1. Ambos construíram personagens que os engoliram. Tanto Allan Stewart Königsberg como José Mojica Marins foram soterrados por sua própria visão de cinema. Se tornaram arquétipos da cultura pop e não fazem mais participações mas sim aparições. Mesmo alguns de seus filmes como Desconstruindo Harry no caso de Allen e O Despertar da Besta com o Zézo, só servem mesmo para trazer a tona questões que a princípio servem apenas a uma cronologia íntima, mas posteriormente meio que “fazem a volta” e se tornam obras subterrâneas, repletas de pequenas beliscadas de genialidade. O que isso tem a ver com esse podcast? Acho que não muito a não ser pela figura do Clint. Ele também me traz esse tipo de faniquito filosófico.
        Aproveito para falar que finalmente assisti a Green Book. E não achei tão ruim não. Ele serve a um
        propósito claro, sem saber que serve e vou dar um exemplo: Trabalho com um cara que na época das eleições grotescas me disse: Eu não sou racista. Mas fala a verdade, se você tá brigando com um cara preto, você não vai chamar ele de macaco? Fala a verdade? Na hora da raiva você fala.
        ********
        Acredito que Green Book talvez sirva muito bem a esse tipo de pessoa. É um filme que não se escandaliza com o racismo. Não se trata de um filme que prega para convertidos. E realmente não estou nem entrando em juízo de valor. Mas acredito que se trata de um filme simplório, para pessoas que desejam algo mais simplório, feito por um diretor simplório com boas intenções simplórias. E em determinados casos, isso é muito mais válido do que um combate intelectual sobre o racismo, repleto de nuances e termos, onde você tem que ser atualizado sobre o que se pode ou não dizer ou pensar. Nesse sentido, e não apenas nesse, Green Book é maior do que Infiltrado na Klan, um filme maniqueísta, que não aprofunda nem sequer os personagens que quer defender e ainda por cima anula a si mesmo com cenas documentais no final. Não bastasse isso, exagera na exposição, tal qual a cena final do bar, onde o racista é caricatural e irrecuperável. E não se trata de uma luta diária afastar a ideia de que alguém é irrecuperável? Ou nós mesmo?
        Nossa, como fui dramático, nem pareço eu.
        Beijo na película.

        P.S.: Roma ganha por causa do muro do Trampi.

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  1. Adorei os 8 indicados do Chico, a lembrança a Orson Welles é muito válida. No entanto, eu indicaria o filme em montagem e roteiro.
    Meus 8 indicados a filme: Roma, A Favorita, Pantera Negra, Infiltrado na Klan, Nasce Uma Estrela, Guerra Fria, Ponto Cego e Cafarnaum.

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  2. Hahahahah estava me referindo a Mãe sim, já que o Javier Bardem seria o “Criador” (e não deixa de ser um tipo de artista) e em uma cena do Portal da Eternidade o Van Gogh se compara com Jesus.

    Mas enfim, adorei as listas de vocês para o Oscar. Não assisti à maioria dos elegíveis ao Oscar de melhor filme (incluindo First Reformed e Ponto Cego), mas dentre os que vi eu escolheria só 6: Roma, Infiltrado na Klan, Pantera Negra, A Favorita, Desobediência e Em Chamas.

    E se fosse possível daria uma menção honrosa a Sorry to Bother You, gosto muito da inovação dele e do elenco, apesar de não estar entre a minha lista dos melhores.

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  3. olá Varandeiros…
    não consigo fazer uma lista pois ainda não assisti a todos da lista oficial (o Lanthimos me dá preguiça desde Lagosta e Green Book vai ficar para o telecine ou tela quente…) mas Sem Rastros e a Debra Granik foram injustiçados…
    (first reformed e ponto cego poderiam ter entrado também…)
    um grande abraço

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  4. Sobre este Oscar: se não der zebra, os prêmios de atuação vão ficar com Bohemian Rapsody, A Esposa, Green Book e Se Rua Beale Falasse. Que ano medíocre, hein ? Daqui a 5 anos… não, antes… em 3 anos iremos olhar para este ano e pensar: WTF !!!???
    Só falta o filme da Disney/Marvel ganhar melhor filme… aí pode fechar o caixão.

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