EP 149: O Primeiro Homem | Mostra de São Paulo

[A Um Passo da Eternidade]

A cinebiografia do primeiro homem a colocar os pés na Lua. A vida de Neil Armstrong em perspectiva no novo filme de Damien Chazelle. O Primeiro Homem (15:45) trata da corrida espacial, e da figura quieta e enigmática sob interpretação de Ryan Gosling. Será que o filme cai ou fica na Varanda?

Um rápido giro na corrida do Oscar com os principais favoritos do momento (8:21) e mais alguns comentários do Chico Fireman sobre outros filmes que podem beliscar indicações (1:01:36).

Mostra de São Paulo (1:10:50): nesses primeiros dias de festivais, uma rodada de recomendações de cada um dos varandeiros. Bom podcast!

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O Primeiro HomemFirst Man| Damien Chazelle | 58

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Gravado no domingo, 21 de outubro, na varanda do Michel.

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11 comentários sobre “EP 149: O Primeiro Homem | Mostra de São Paulo

  1. Ola pessoal!
    Faz tempo que não escrevo aqui, mas isso não significa que não estava acompanhando vocês.
    Não quero parecer “puxa saco”, mas esse foi o melhor review de “Primeiro Homem” que escutei/li. Todos os que vi até o momento são iguais ao filme: “X”
    E quando escutei esse episódio me identifiquei tanto que fiquei até feliz por não me sentir sozinha, no meio de tanta crítica “extraordinária” sobre o filme.
    O filme não é ruim, mas é cansativo. Gostei da atuação da Claire Foy, e estava realmente na expectativa de ver “A” atuação do Ryan Gosling.
    E dou um “Ctrl + C / Ctrl + V” em todo o resto que vocês pontuaram!
    Beijos

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  2. Dessa primeira metade da Mostra, meu match com o Michel não poderia ter sido maior. Temporada, Burning e Assunto de Família. Maravilhosos!

    Já quanto ao Oscar, ainda não assisti a Primeiro Homem, mas tô botando minhas últimas fichas em Roma. Porque até o momento estou achando a Temporada (que filme! <3) muito fraca. Não gostei de Nasce uma Estrela, não gostei de A Favorita, não gostei de Infiltrado na Klan. Mas queria saber, qual foi o último Oscar forte, na opinião de vocês?!

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  3. Eaí pessoal. Ouço vocês há algum tempo mas nunca tinha feito comentários. Quando falaram que o “2001: Uma Odisseia no Espaço” seria comentado por ter ganho a cinemateca da varanda lembrei no momento do fato que ocorreu comigo há pouco tempo. Quando eu estava num voo para a Alemanha, há duas semanas, eu era o único assistindo a este filme no avião (disponível no catálogo da cia aérea) no meu raio de visão. Todas as outras pessoas assistiam a comédias românticas, ação ou animação. A verdade é que eu pouco entendi nas três vezes a que assisti. Esta temática de viagem no espaço-tempo é bastante difícil de entender. Mas os efeitos, a trilha sonora e a voz do Hal são os pontos altos do filme, na minha opinião. Curioso pra ouvir os comentários de vocês sobre o filme. Abraços.

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    1. Oi, Daniel. Valeu pelo comentário! Mas amigo… Assistir a 2001 no AVIÃO!!!??1 Certamente você violou algum código dos Direitos Humanos dos Cinéfilos, rs. Os fãs do filme (que acreditam que ele deve ser visto na maior tela possível) vão te mandar pro espaço.

      Brincadeiras à parte, estamos preparando um episódio legal sobre o filme. Aguarde!

      Abraço!

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  4. Tiago você deveria ter levado o Buzz para ter assistido o filme com você. Entendo tudo o que vocês falaram e respeito. Discordo quando você faz menção que a vida do Neil Armstrong devia ser muito mais interessante do que o filme consegue retratar. E se a trajetória de vida dele realmente foi daquele modo? Não é porque ele pisou na lua que a vida dele tem que ser sensacional, cheia de intrigas, segredos e tudo mais. Vários acontecimentos da história mundial também foram construídos por homens comuns e com histórias de vida que não soam tão interessantes até mesmo para as telas do cinema. E se for considerado que o cara perdeu a filha, que a maioria dos amigos morreram em tentativas frustradas e que tudo era cercado pela áurea sombria da morte, como é que a vida dele poderia ser tão diferente? Como é que ele poderia ser tão entusiasta com tudo que estava acontecendo? Eu que estava achando que ia ver aquela biografia de um super astronauta da NASA me surpreendi completamente ao me deparar com a imagem de um homem comum habituado a viver com suas perdas e suas frustrações, tendo a missão de pisar na lua a válvula motor que conduzia os seus dias. Gostei muito do filme e a ressalva que eu faço é quanto a duração, poderia ter sido umas duas horas. Um abraço!

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    1. Não esquecem de comentar no episódio que vem um dos fatos mais citados na semana. A produção de ‘Pinóquio’ para o Netflix com direção do Guillermo Del Toro.

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    2. Pois é, Vitor… Acabei sendo bastante ranzinza com o filme. Foi mal. Sobre esse ponto específico que você apontou, o que eu tentei dizer (e não consegui, percebe-se) não foi que o Neil seria uma pessoa extrovertida, vibrante, com uma vida cheia de intrigas e reviravoltas palpitantes, mas que o filme (no meu ponto de vista, claro) torna unidimensional um personagem que possivelmente tem uma personalidade, no mínimo, muito interessante, mesmo que introvertida. O que vi foi uma relação pobre de causa-efeito que resume a totalidade daquela pessoa. Para mim, não colou.

      Abraço!

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  5. Salve, varandeiros!
    Ando meio sumido dos comentários porque tava de mudança (tô começando um doutorado em Chicago), mas agora estou em dia com os programas e retornando.
    Tive a oportunidade de ver o The Other Side of the Wind na tela grande no festival de cinema daqui, que foi meio paralelo com o de NY. A exibição teve a participação do produtor do filme e do Jonathan Rosenbaum, que atuou como consultor. Foi bem interessante ouvir eles falando sobre o processo de transformar 100 horas de gravação, mais um monte de notas e roteiros em 2 horas de filme. Ao que parece a Oja Kodar, que faz a atriz do filme dentro do filme e foi parceira do Welles na concepção desse e do F for Fake, teve uma participação importante no processo, inclusive em micro-decisões de edição e afins. Mas o fato de ela morar meio isolada no interior da Croácia não permitiu que o papel dela fosse maior.
    Acho que pensar na complexidade desse processo ajuda a entender o resultado final do filme, que a meu ver é uma “baguncinha deliciosa”. Mas nessa baguncinha tem um mooonte de coisas interessantíssimas… Quando os outros varandeiros assistirem ao filme volto a comentar!
    Abraço!

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  6. Salve Varandeiros!

    Sobre a discussão dos diretores milleniums queria apenas comentar sobre a comparação Jenkins x Chazelle para mim é simples, os dois são clássicos como vocês comentaram mas o Jenkins traz direção de atores e elenco bem dirigido, já o diretor de La La Land apesar de todo o toque artístico que vocês levantaram me parece que os atores não tem muita direção, seguem o roteiro e intuição, Ryan Gosling é sem sal, tem aquela atuação de sempre internalizada que não flui para o lado emocional, assim como Emma Stone, parece livre no papel mas não emociona. O primeiro filme do Chazelle me mostra que os atores são um pouco melhores e mais preparados na entrega. Preciso assistir o First Man mas acredito que vai na mesma direção, estou curioso pela Claire Foy. A rainha das premiações. Abraços pra varanda.
    Fabio Allves

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