EP 148: Nasce uma Estrela | New York Film Festival 2018

[Bad Romance]

Uma estrela em ascensão e um astro em declínio. Estreia de Bradley Cooper na direção e de Lady Gaga como atriz, a nova versão de Nasce uma Estrela (7:43) já é um dos favoritos ao Oscar e está em debate na Varanda.

E ainda temos Chico Fireman como enviado do podcast a Nova York (56:32)para cobrir o NYFF56 (New York Film Festival). O varandeiro traz as primeiras impressões dos principais filmes da temporada, como os novos de Hong Sang-soo, Barry Jenkins, Julian Schnabel e até Orson Welles.

Cantinho do Ouvinte e Recomendações (1:12:40), com destaque ao lançamento da Netflix, 22 de Julho, de Paul Greengrass. Bom podcast!

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Nasce uma Estrela | A Star is Born| Bradley Cooper | 68

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Gravado no domingo, 14 de outubro, na varanda do Michel.

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8 comentários sobre “EP 148: Nasce uma Estrela | New York Film Festival 2018

  1. :O :O Não tô acreditando que não tem nenhum comentário ainda!
    O povo deve estar discutindo política no Facebook rs
    Eu gostei muito do filme da Lady Gaga, não tem como chamar pelo nome, né? E apesar dela estar super bem como atriz (mais um motivo para ser o filme da Lady Gaga! rs)
    Eu gostei muito do filme, não sabia a história, só tinha visto o Trailer. Achei a primeira parte incrível! A construção das personagens é muito bem feita, eu sinto que entendi muito eles e isso acabou causando uma coisa estranha em mim, eu não chorei muito, escorreu umas lágrimas apenas, eu adoro drama, mas não achei o filme super dramatico, ele é dramático na medida! E acho que por ter entendido tanto eles eu não sofri, foi muito mais uma aceitação do que um sofrimento! Sei lá, isso soa estranho pra mim, pq não é geralmente a forma que eu reajo. MInha mãe chorou muito mais do que eu!
    Eu concordo sobre a segunda parte, realmente causa muita estranheza. Quando eu vi ela se apresentando no programa de cabelo laranja, eu não entendi NADINHA. Depois eu enxerguei como crítica, sei lá, achei meio confuso, mas vi a parte de transformarem um talento em um produto que venda. Estava pensando agora no carro que pode ter sido um artifício para fazer com que o público se desconectasse das personagens, tipo a gente compra muito a relação dos dois e embarca na história, o que ele fez causa um estranhamento, talvez para vermos a narrativa do lado de fora da relação, com um olhar menos emotivo. Uma tentativa de não julgarmos as personagens. Pensando assim, pra mim funciona, pois em nenhum momento eu fiquei com raiva das personagens, dava pra perceber que eles estavam com alguns problemas, mas continuavam cumplices um do outro.
    Na minha opinião também acho a segunda parte superficial, mas como vcs disseram, a primeira parte é tão boa, que vc ignora, é aquele negócio de primeira impressão é a que fica, e a primeira impressão dura metade do filme, então a hipnose já aconteceu rs.
    Acho a cena da premiação uma outra forma de causa estranheza!
    Eu gostei de como ele construiu o final não foi apelativo, na minha visão, não foi dolorido de assistir! Eu realmente gostei muito!
    Eu vi há pouco tempo o documentário da Lady Gaga na Netflix e achei que realmente a personagem parece com ela, o que também não acho ruim

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  2. Olá amigos,

    assisti a Nasce Uma Estrela em uma sessão bem cheia como não estamos acostumados em terras sul-matogrossenses (exceção às estreias de filmes da Marvel e Harry Potter).
    Curioso que após a Lady Gaga lançar um disco com uma vertente country.
    Me parece que Mama Monster não defendeu a verdade da artista pop porque Ally não mudou como pessoa, não virou uma celebridade rodeada de amigos famosos . A personagem era uma cantora frustada e se tornou uma estrela pop, me parece que ela encarou as adaptações ao pop como parte do trabalho.
    Concordo que a primeira hora do filme é muito melhor do que o restante, e até entendi a negligencia com a queda na carreira do Jackson Maine. Na conversa com o amigo padrinho de casamento ele dá a entender que queria se afastar dos palcos e dar um tempo na carreira. Enfim, gostei muito do filme, foi muito melhor do que eu esperava.

    PS: Eu esqueci de comentar na edição especial Nicolas Cage que eu adoro Con Air (um dos filmes que marcou minha infância, e eu não estragarei isso revendo-o) e odeio com todas minhas forças Cidade dos Anjos!

    Vida longa à Varanda

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    1. Belo comentário, Ricardo.Talvez essa mudança de perfil da personagem da Gaga tenha sido realmente pensada no roteiro como uma espécie de crítica à cultura pop, e daí a superficialidade proposital da personagem, mas, para mim, não convenceu muito. Sinto que essa parte do filme se desenrola de uma maneira apressada, sem a densidade da primeira metade.

      Abraço!

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  3. Olá meninos! Oi Cris 🙂
    Concordo com vocês a primeira parte é maravilhosa, a segunda deixa a desejar em alguns aspectos. A transição de um estilo musical para o outro me Incomodou, mas acho que esta foi a intenção. A personagem da Lady Gaga é uma mulher com uma baixa autoestima e canta porque ama, vale lembrar que ela não tem um pingo da personalidade forte da própria Gaga. Ally é completamente afogada pela indústria pop perdendo sua essência. A cena do Grammy foi desnecessária e arriscada poderia ter afundado o barco inteiro naquele momento, mesmo tentando justificar o final. A atuação e direção de Bradley Cooper me surpreenderam, adorei! Com certeza ele vai para minha lista dos 10 melhores filmes do ano. 8 no metavaranda. Beijos do Recife-PE

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  4. Nossa, vocês dissecaram o filme tão bem que não sobrou nada mais para comentar que não soe repetitivo. Eu gostei muito do filme, a primeira parte é realmente maravilhosa. O meu problema, como de todos, é também a segunda parte. Me incomoda a interação dos personagens principais como casal. Talvez, seja proposital não fechar o filme para essa questão. Mas com tantos sentimentos pairando na esfera daquela relação, tornar reducionista essa complexidade não me agradou muito. Também não gostei da abordagem dada a música pop, me soou um pouco preconceituoso com esse estilo musical. Ambos os estilos são complexos e poderiam dialogar em um mesmo patamar. A sensação que me deixou foi que escolher o mundo pop, tal como Ally escolheu, é abraçar o mundo plastificado do mercado fonográfico de um estilo musical sem personalidade e sem conteúdo. Por outro lado, a relação com o irmão me pareceu tão crível. Achei linda e tocante a cena do carro, simples e bonita. O Sam Elliott deveria ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Ele está maravilhoso, assim como o Bradley Cooper que está muito bom como diretor e como ator. Alguém fala para o Bradley lançar logo esse CD? Que revelação a música ganhou esse ano. De resto, o filme é muito bom. Um abraço!

    PS: Não derrubem o “O Primeiro Homem” da varanda. Eu gostei tanto do filme.

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