EP 147: Juliet, Nua e Crua | Nick Hornby no Cinema | A Casa do Lago

[Mensagens para Você]

Vamos falar sobre Nick Hornby (7:25)? Os livros do escritor britânico, especializado em cultura pop, já ganharam diversas adaptações ao cinema – e o próprio Hornby tem mergulhado também na carreira de roteirista. Um papo sobre seus temas principais e nossas impressões sobre seus livros, roteiros e filmes. A estreia da semana é Juliet, Nua e Crua (22:48) o novo filme inspirado numa de suas obras literárias.

E, na Cinemateca da Varanda, a romântica versão de A Casa do Lago (38:18), dirigido por Alejandro Agresti, remake de uma comédia romântica sul-coreano.

E ainda, Cantinho do Ouvinte e Recomendações, com destaque para a lista da Mostra SP. Bom podcast!

| Metavaranda |

Juliet, Nua e Crua | Juliet, Naked | Jesse Peretz | 47

| Varandeiros |

Chico Fireman @filmesdochico
Cris Lumi @crislumi
Michel Simões @michelsimoes
Tiago Faria @superoito

| Cinema na Varanda nas redes sociais |

Facebook: facebook.com/cinemanavaranda
Twitter: @cinemanavaranda
Instagram: cinemanavaranda
e-mail: podcastcinemanavaranda@gmail.com

Gravado no domingo, 7 de outubro, na varanda do Michel.

Anúncios

4 comentários sobre “EP 147: Juliet, Nua e Crua | Nick Hornby no Cinema | A Casa do Lago

  1. Vi “Juliet” com sorrisinho no rosto, sem a menor expectativa. Foi ótimo nesta época tão conturbada. Me envolvi mais do que com o livro e concordo plenamente que a música faz diferença nessas horas. Bonitinho quando tocou “Country Disappeared”, ainda que não seja uma “Dry the Rain” (baita música, muito bem lembrada!).

    Curtir

    1. Nossa, a música faz totalmente diferença. No Alta Fiderlidade, os rankings fazem parte da narrativa do livro. Não dá pra trocar as músicas. Não faz sentido algum (ó o doido falando rs). Idem pro ‘Juliet, Naked’ (o álbum). No filme, fica parecendo um Ed Sheeran indie. Muito ruim. Não dá. Tem que ter o mínimo de discernimento nessas horas, rs.

      Abraço e #foracinema (rs)

      Curtir

  2. Terminei de assistir “Juliet, Nua e Crua”. Era o calmante que eu precisava depois de soluçar de tanto chorar na sessão de “Uma Noite de 12 Anos”. Essa recomendação do Chico me valeram muitas lágrimas no cinema. Nem sei se tenho mais estoque de lágrimas para o resto do ano, e olha que a situação do país não anda fácil. De qualquer forma, sinto que o calmante foi só um paliativo, ainda não estou em posse do meu equilíbrio emocional. Voltando, o filme terminou me agradando, principalmente, depois que ouvi a música do Wilco. Não achei o filme isso tudo, mas também não me desagradou. Para uma sessão de domingo, valeu a pena. Sobre o cinema do Nick Hornby, adoro “Alta Fidelidade”, amo “Brooklyn” e sou apaixonado por “Educação”, tudo bem que esse último seja superestimado mas eu gosto mesmo assim. Se eu pudesse eleger o melhor filme dele com certeza seria “Brooklyn”. Agora mudando da água pro vinho, vocês estão redefinindo a classificação dos filmes no país. Já temos o filme viado, eis que agora me deparo com o filme brucutu. Sugestão: vocês podem inserir nessa classificação o filme cafajeste, ou seja, aquele filme ordinário que a gente sabe que não presta mas a gente ama mesmo assim. Abraços e boa semana!

    PS: Fiquei em choque quando soube que Michel tinha escolhido “A Casa do Lago”. O coração gelado das notas mostrou que tem aquele 1% vagabundo. Me perdoem o trocadilho, era inevitável. Daqui a pouco teremos “Um Lugar Chamado Nothing Hill”, “Tudo Por Amor”, “Diário de Uma Paixão” na cinemateca da varanda. Seria esse o passado romântico do Michel?!

    Curtir

  3. “Alta Fidelidade” foi um filme que caiu muito a cada revisão ao longo dos últimos 18 anos. Acho o roteiro preguiçoso demais, com vários trechos do livro copiados ctrl+C ctrl+V e transformados em monólogos com quebra da quarta parede. Algumas atuações conseguem ser melhores que o filme. Além do Jack Black, gosto muito do Tim Robbins, que rende algumas das melhores risadas. Mas, em geral, acho que até o livro sofre com a mudança dos nossos filtros dos quase 40 anos de idade. Quando eu tinha 17 anos, o protagonista Rob era tudo o que eu queria ser. Hoje, aos 35, vejo nele mais um clássico exemplo de homem que se recusa a crescer e amadurecer, e ainda crê que pode “””ser salvo””” (entre aspas muito irônicas) por uma mulher.

    Sobre as outras adaptações de Nick Hornby para o cinema, acho que elas são geralmente de fracas para medianas. “Uma Longa Queda” realmente é bem ruim. O livro é muito melhor. Gosto mais do Nick Hornby roteirista. Dos filmes dele, “Educação” é o que curto mais.

    Abraços a todos!!!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s