EP 146: O Melhor e o Pior de Nicolas Cage | Mandy | Mãe e Pai

[As Outras Faces de Nicolas Cage]

Um episódio inteiro dedicado a Nicolas Cage (11:48). O Tiago Faria diz que não é fã: os varandeiros podem ouvir e tirar suas conclusões. Afinal, quem nos acompanha sabe que a carreira do ator virou uma piada interna na Varanda.

Do início de carreira, a fase como astro de ação, os personagens mais excêntricos e os momentos caricatos em caça-níqueis… Quem não conhece grande parte de seus longas? Aproveitamos para relembrar e destacar seus melhores – e alguns dos nem tão bons assim.

E, de quebra, trazemos ao debate dois recentes trabalhos do ator. O psicodélico e sanguinário Mandy (50:35) e a comédia de terror Mãe e Pai (1:11:50), que não é recomendado para ser visto em família.

Cantinho do Ouvinte, uma passagem Rapidinha por Um Pequeno Favor (1:25:19), e nossas Recomendações com destaque para nova temporada da série The Good Place. Bom podcast!

| Metavaranda |

Mandy | Panos Cosmatos | 52
Mãe e PaiMom and Dad | Brian Taylor | 58

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Gravado no domingo, 30 de setembro, na varanda do Michel.

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6 comentários sobre “EP 146: O Melhor e o Pior de Nicolas Cage | Mandy | Mãe e Pai

  1. O Nicolas Cage é um puta personagem. A biografia dele é incrível. O cara já trabalhou com Lynch, Scorsese, irmãos Coen, John Woo, Coppola, De Palma, Alan Parker, Herzog… Quantos atores trabalharam com essa diversidade de grandes diretores? Uma atuação dele que eu gosto muito (porque é um filme que marcou minha adolescência) e que não entrou na lista de vocês é em Asas da Liberdade.

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  2. Passando pra dizer que este foi um dos mais divertidos podcasts. E também para reclamar de terem desdenhado tanto de um dos meus guilty pleasures favoritos do Cage, O Apocalipse. Fui buscar um trecho do que eu escrevi na época em que o assisti:

    O filme estrelado por Nicolas Cage tem tudo o que se esperaria de um filme dessa natureza: diálogos ruins, atuações canastronas, cara de filme B, interesse em evangelizar, moralismo incômodo. A diferença é que tudo o aspecto evangelizador é discreto e a cara de filme B até dá ao filme certo charme. Sem falar que o andamento da narrativa é agradável, por piores falhas que encontremos. Além do mais, em certo momento, o que mais importa é o que acontece dentro do avião pilotado pelo personagem de Cage.

    No mais, gargalhei com o Michel dizendo “desconheço um filme bom do Joel Schumacher”. hehehe

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