EP 143: Para Todos os Garotos que Amei | Sierra Burgess é uma Loser | Veneza e Oscar

[Duas Garotas Românticas]

Que onda é essa das comédias românticas feitas para a Netflix? Revival dos anos 80? Um filão em alta? Embarcamos nessa tendência e batemos um papo sobre os filmes (46:17) Para Todos os Garotos que Amei e Sierra Burgess é uma Loser.

Nesta semana, passamos a limpo a edição mais recente do Festival de Veneza, mostra que, em 2017, elegeu nada menos que o Oscar de melhor filme. Será que Alfonso Cuarón vai para festa da Academia de novo com Roma, seu filme da Netflix? Quais são os outros com chances na categoria principal (8:04) depois da mostra italiana e do Festival de Telluride (fora Toronto, que está vindo aí…)?

De quebra, nosso varandeiro honorário Gustavo Joseph traz um rápido comentário sobre o filme Infiltrado na Klan, de Spike Lee, outro que vem forte nessa corrida do Oscar.

Cantinho do Ouvinte e Recomendações com o Indie Festival 2018. Bom podcast!

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Para Todos os Garotos que Amei| To All the Boys I’ve Loved Before | Susan Johnson | 53
Sierra Burgess é uma Loser| Sierra Burgess is a Loser | Ian Samuels | 47

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Gravado na segunda, 10 de setembro, na varanda do Michel.

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4 comentários sobre “EP 143: Para Todos os Garotos que Amei | Sierra Burgess é uma Loser | Veneza e Oscar

  1. Oi varandeiros, td certo?
    Vim estender o papo sobre festivais e especulações. Esse ano parece que será bem concorrido, com vários diretores jovens bem talentosos com filmes novos. É um assunto que me interessa muito, mas tenho uma dificuldade em encontrar fontes boas. Vocês poderiam recomendar os sites estrangeiros que vocês costumam entrar?
    Por último, quero perguntar se vocês já viram The Tale, da Jennifer Fox, que estreou recentemente na HBO.

    Abs!

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    1. Vou pedir indicações ao Chico, João. Fique atento ao próximo podcast.

      O Michel viu o The Tale há algum tempo e já fez um comentário em uma edição anterior do podcast. Vou pedir para ele falar um pouquinho sobre novamente.

      Abraço!

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  2. Ainda não passei do cantinho do ouvinte, até por quer não vi os filmes. Porém, quero fazer um comentário… Acho interessante passar esses filmes, como Psicose, desde que partam deles o interesse (não to dizendo que vocês falaram o contrário). Óbvio que eles não terão a leitura de outras camadas, mas, nos Pássaros, por exemplo, foi curioso vê-la com um medo genuíno diante daquela situação. Outro dia gravei “O garoto” do Chaplin e fiquei comovido em vê-la chorar (o filme nunca me tocou de tal forma, confesso) com o filme. Ela, nascida nos tempos de hoje, poderia se sentir cansada com aquele ritmo, porém ela adentra o filme melhor do que eu… só um comentário mesmo, amigos.

    PS.: Alicia mandou um abraço em todos e ficou empolgada em ouvir o nome dela no podcast 😅

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  3. Quando a Netlix despeja suas novas produções, quase sempre eu me sinto na pista de dança de uma festa. A lógica dos “filmes de algoritmo” é a mesma do DJ: se o povo tá curtindo, vamos dar mais do mesmo a ele. E assim como as músicas que têm ganchos umas com as outras, a Netflix nos oferece colchas de retalhos de filmes e séries que geraram repercussão entre os assinantes. O que a Netflix chama de experiência personalizada eu chamo de zona de conforto baseada na repetição de padrões. Para quem quer apenas se entreter (e não há nada de errado nisso), pode até funcionar. Mas se você quer um horizonte mais amplo, o catálogo vai deixar a desejar cedo ou tarde.

    Sobre a corrida do Oscar, tenho uma pergunta para fazer: vocês acham que o Rami Malek tem alguma chance de estar entre os indicados a ator pelo papel de Freddie Mercury? Baseado apenas nos trailers que foram lançados, acho que é uma atuação que tem um perfil sempre presente entre os finalistas: aquela transformação quase imersiva e meio caricata (que nem o Churchill do Gary Oldman).

    Assim como o João Schiavo do comentário acima, também tô curioso para saber o que vcs acharam de The Tale. Demorei muito a embarcar em alguns aspectos da linguagem do filme. No final, achei que era um filme regular que se transformou em muito bom apenas pelo fato de ser uma história autobiográfica.

    Abraços a todos!

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