EP 120: Jogador N°1 | Zama | Deixe a Luz do Sol Entrar

[Contatos Imediatos com os Anos 80]

Steven Spielberg volta ao mundo da fantasia com Jogador Nº 1(7:07). A Varanda se dividiu sobre um filme que traz discussões sobre realidade virtual, videogame e muitas referências à cultura pop dos 80.

Temos também filmes dirigidos por duas grandes diretoras. A argentina Lucrecia Martel resgata a colonialismo sulamericano com Zama (50:49). Já a francesa Claire Denis flerta com a comédia ao narrar as desventuras amorosas de uma mulher de meia-idade. Juliette Binoche interpreta a protagonista de Deixe a Luz do Sol Entrar (1:12:15).

E ainda Rapidinhas com Uma Dobra no Tempo, Cantinho do Ouvinte, Recomendações e os indicados para a votação de abril da Cinemateca da Varanda – não esqueçam de votar. Bom podcast!

| Metavaranda |

Jogador N°1 | Ready Player One | Steven Spielberg | 60
Zama | Lucrecia Martel | 57
Deixe a Luz do Sol Entrar | Un Beau Soleil Intérieur | Claire Denis | 70

| Varandeiros |

Chico Fireman @filmesdochico
Cris Lumi @crislumi
Michel Simões @michelsimoes
Tiago Faria @superoito

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Gravado no domingo, 1° de abril, na varanda do Michel.

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9 comentários sobre “EP 120: Jogador N°1 | Zama | Deixe a Luz do Sol Entrar

  1. Tiago, você não deu nenhuma recomendação esta semana, mas comentou que escuta muitos podcasts. Por isso, você poderia me indicar alguns podcasts nacionais e internacionais que você mais gosta. Além disso, adorei quando você fez a recomendação do livro da Rebecca Solnit, se possível, faça isso mais vezes!!!

    Um grande abraço para todo mundo.

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    1. Oi, Vitória, tudo bem?

      Legal você ter lido o livro! Gostei muito dele. Ouço muitos podcasts estrangeiros, principalmente. Algumas dicas que têm algo a ver com cinema:

      – You Must Remember This – O melhor podcast sobre história de Hollywood. A temporada sobre Charles Manson é incrível.

      – Culture Gabfest – Esse mistura cinema, literatura, música… É da Slate. Tem um formato parecido com o da Varanda, com três comentaristas. É muito bom.

      – Kermode & Mayo’s Film Review – O programa semanal do crítico de cinema da BBC. Discordo quase sempre de tudo que ele diz, mas acho tão agradável e divertido… Sou fã.

      – I Think You’re Interesting – Entrevistas

      – Little Gold Men: Podcast da Vanity Fair sobre o o Oscar que acabou crescendo e agora tem episódios semanais.

      – Represent – Bom podcast sobre questões de minorias. Discussões enxutas e interessantes.

      – Scriptnotes – Dois roteiristas falando exclusivamente sobre roteiros de filmes. Não é uma praia que me interessa tanto, mas é bom saber como funciona, certo?

      – Still Processing – Podcast do New York Times sobre temas gerais, mas com foco principal em questões de representatividade. Tem o Wesley Morris, que é um dos meus comentaristas preferidos do momento.

      – The Business – O lado ‘business’ de Hollywood. E tem boas entrevistas

      Se quiser dicas de podcasts sobre outros assuntos (filosofia, literatura etc), é só perguntar.

      Abs!

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  2. Adorei a discussão sobre a carreira do Spielberg. O melhor comentário que li sobre Jogador N°1 foi um crítico americano comparando as referências dentro do filme com esses colecionadores de Action Figures que deixam o brinquedo dentro da caixa. Ele mostra as referências da cultura Pop, mas não utiliza isso no roteiro, por exemplo, o DeLorean nunca é utilizado pra viajar no tempo. Comparando Jogador N°1 com o Lego Movie, que faz isso de uma forma melhor, fica fácil perceber aonde o Spielberg errou.

    Meu palpite sobre as indicações da Cinemateca:
    Contatos Imediatos – Chico
    JFK – Tiago
    Cabo do Medo – Michel
    Dr. Fantastico – Cris

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  3. Olá amigos Varandeiros!
    Venho por meio desta, data venia, defender o mestre Steven Spielberg! rs…

    Fora a brincadeira (já que ele deve conseguir pagar advogados muito melhores do que eu, rs..) eu me senti impelido a comentar alguns tópicos que vocês expuseram no último cast. A começar pelo fato de vocês não terem compreendido o motivo das pessoas do futuro (no filme) serem tão fascinadas pelos anos 80. Na verdade, essa fomentação pela década é irradiada pela busca do easter egg do James Halliday. Todo mundo fica tão obcecado por encontrar o tesouro e ficar trilionário, que passam a estudá-lo e meio que vivenciam eletronicamente a história do criador do Oasis, que este sim, era um grande aficionado pela época. Convivendo diariamente com aquela cultura “antiga”, as pessoas passaram a integrá-las ao seu próprio mundo (percebam que até nas cenas fora do Oasis, as pessoas usam roupas e apetrechos que remetem aos anos 80!), algo como uma moda futurística retrô!.

    Quanto ao visual do Oasis ser “ultrapassado”, como o Tiago disse, creio que isso seja proposital. Percebam que é possível colocar um visual fotorrealista no Oasis, como na cena em que eles enganam o vilão Sorrento na sala dele, mas como o próprio filme diz, se você pudesse ser quem você quiser no mundo virtual, você gostaria de ser um humano normal?? Só isso já explicaria este visual mais cartunesco e eletrônico.

    Juro que, por último, em defesa de Spielberg, explico que o fato da história ser tão simples é culpa de Ernest Cline (o escritor do livro). Propositalmente, como ele mesmo diz em entrevistas, ele quis criar uma aventura oitentista básica, com heróis e vilões caricatos… algo que homenageava o cinema aventuresco oitentista do próprio diretor. O que Steven fez, foi adaptar fielmente a história e obliterar milhões de referências a seus filmes que estavam contidos no livro (acreditem!!!).

    Antes de me despedir, gostaria de fazer uma pergunta aos quatro: Se vocês pudessem escolher o avatar de vocês no Oasis, que personagens da cultura pop vocês escolheriam? E por quê?

    Muito obrigado por mais um programa fantástico! Um abração à todos!!!

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  4. Daí você se dedica a um trabalho. Depois, sabe-se lá porque, interrompe a execução deste trabalho para começar um novo, e o novo termina não saindo tão legal. E agora chega a hora de finalizar o trabalho anterior, que também não fica tão legal assim. Manual de como não fazer dois filmes ao mesmo tempo. Queria muito ter gostado do ‘Jogador Nº 1’, mas sinto que pela primeira vez fiquei muito incomodado com a fórmula Spielberg de fazer filme. Talvez, a única parte do filme que tenha feito o ingresso valer a pena foi a ambientação dos jogadores virtuais no mundo de ‘O Iluminado’. No mais, fiquei à espera de um milagre no fim do filme. Espera em vão. Spielberg ainda tem um grande problema com the ends. E qual o problema da liberdade criativa hoje? Adaptar uma obra para as telas não precisa necessariamente ser rígida ou fiel. Que maravilhoso seria se todos os escritores de livros odiassem suas adaptações cinematográficas tal qual Stephen King odiou a adaptação de ‘O Iluminado’. Spielberg, deixa a luz do sol entrar nos seus filmes. Um abraço para a varanda.

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  5. Eu vi ontem deixe a luz do sol entrar…e pensei aqui comigo quem nunca?amei o filme e ri muito mas escutei comentários como : “ela sai com todo mundo” de algum machistinha presente rsrsrs…
    Bjos

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