Episódio 107: 2018: Altas Expectativas

Ano vai, ano vem e a expectativas dos cinéfilos se renova. Afinal, o que podemos esperar do cinema no ano que se inicia? Os varandeiros pesquisaram muitos dos títulos que prometem agitar os cinemas e os festivais em 2018, entre Blockbusters, Super-Heróis e o cinema mais autoral, e debatem parte dessa imensa lista de Altas Expectivas (16:47).
Não podemos esquecer que na última semana do ano, o novo filme de Woody Allen, chegou ao Brasil. Roda Gigante (58:30) prometia até uma indicação ao Oscar a Kate Winslet, veremos se o filme agradou e se pode surpreender na temporada de premiações.
Cantinho do Ouvinte com repercussões do Varanda Awards 2017. No Boletim do Oscar (8:00), os preparativos para o Globo de Ouro e os indicados aos premios dos sindicatos.
Nas Recomendações (1:10:45), destaque para o francês vencedor do Camera D’or – Jovem Mulher, e comentários vapt-vupt que para três filmes que poderiam até ser pauta, mas nem mereceram. O Varandeiro do Zodíaco explica o signo de Capricórnio (1:21;25). Bom podcast e Feliz 2018!

METAVARANDA (média das notas dos filmes comentados na edição)

Roda Gigante | Wonder Wheel | Woody Allen | 45

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8 comentários sobre “Episódio 107: 2018: Altas Expectativas

  1. Olá varandeiros, feliz ano novo!
    Apesar da ausência do Tiago, adorei esse programa. Além dos filmes do Godard, Verhoeven, De Palma, entre outros citados, outros lançamentos bastante aguardados por mim para esse ano são:
    Novo filme do Brisseau;
    Novo curta do Straub;
    O anti-musical do Lav Diaz;
    Série da Amazon dirigida pelo Wong Kar-wai;
    e The Other Side of the Wind do Orson Welles (finalmente!).

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  2. Primeiro episódio do ano e tantas novidades. Eu sei que não dar pra citar tudo, mas colocaria nessa lista de expectativas para 2018 os filmes e séries abaixo. Uma dúvida: ‘Jovem Mulher’ tá no cinema ou nos serviços de streaming?
    ‘Alita: Battle Angel’, do Robert Rodriguez
    ‘Widows’, do Steve McQueen,
    ‘First Reformed’, do Paul Schrader
    ‘Roma’, do Alfonso Cuarón
    ‘Peterloo’, Mike Leigh
    ‘Black Klansman’, do Spike Lee
    ‘Where’d You Go, Bernadette?’, do Richard Linklater
    ‘First Man’, do Damien Chazelle – espero que ele saiba que não é sobre a vida de Louis Armstrong.
    ‘The Ballad of Buster Scruggs’, dos Coens – série para o Netflix
    ‘Too Old To Die Young’, do Nicolas Winding Refn – série para TV
    ‘Vision’, da Naomi Kawase
    ‘D.’ do Roman Polanski
    ‘The Cartel’, do Ridley Scott
    ‘The Girl in the Spider’s Web’, do Fede Alvarez
    ‘Kursk’ do Thomas Vinterberg
    ‘Psychokinesis’, do Yeon Sang-Ho
    ‘The Third Murder’, do Hirokazu Koreeda
    ‘Maya’, da Mia Hansen-Løve
    ‘Manhunt’ do John Woo
    ‘If Beale Street Could Talk’, do Berrin Jenkins
    ‘The 15:17 to Paris’, do Clint Eastwood
    ‘Anna’, do Luc Besson
    ‘Disobedience’ e ‘Gloria’, do Sebastián Lelio
    ‘Bohemian Rhapsody’, do Dexter Fletcher
    ‘Aos Teus Olhos’ de Carolina Jabor
    ‘Unsane’ e ‘Mosaic’ do Steve Soderbergh – era ele que ia se aposentar?
    ‘Loro’, do Paolo Sorrentino – entortei a boca, mas é sobre a vida do Primeiro Ministro Italiano Silvio Berlusconi.

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  3. Varandeiros,

    Que pena vocês não terem gostado do novo filme do Allen. Eu particularmente curti bastante e vi o filme por outro ponto de vista… Vou pontuar…

    1) Fotografia sensacional. Allen abusa do uso da fotografia para contar sua história. Tinha feito isso bem em Café Society, mas aqui eleva isso a enésima potência.

    2) Eugostei de Justin, ainda que tenha achado que seu papel era menor. Explico: para mim, ele foge do alter ego tradicional, fazendo um narrador com características próprias.

    3) Kate está maravilhosa no filme e sabe dosar bem a atuação dentro da atuação (vou já explicar isso… Rs…).

    4) Minha leitura do filme é que ele é sobre atuar. Sobre estarmos atuando o tempo todo (até agora enquanto escrevo e você lê). O filme do Allen, para mim, é sobre posições que assumimos durante a vida e como atuamos nela… A roda gira e às vezes temos que repetir o papel (Kate merecia uma indicação).

    Abraços!

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  4. Feliz ano novo pessoal!

    Desde Vicky Cristina Barcelona vou ver Woody Allen no cinema e, mesmo com alguns (pra não dizer muitos) filmes mornos, sei que vou continuar vendo todos os outros que saírem no ano seguinte. Virou uma tradição que, sei lá, seria estranho deixar de lado. Mas de todos os recentes, achei Roda Gigante o pior. Que filmezinho, hein?

    Falam bem da fotografia do filme, mas até nisso o filme não funcionou tão bem comigo. Coney Island é mesmo um lugar com uma atmosfera cinematográfica e achei uma pena o Woody Allen não ter explorado melhor o espaço. Pra mim, nesse filme, Coney Island ficou muito genérica. Parece um fundo artificial em chroma key, tudo é tão teatral que no apartamento, por exemplo, o parque aparece literalmente moldurado pela janela, ao fundo, estático. Mesmo quando os personagens descem, passeiam pelas lanchonetes coloridas e pelo deck de madeira, não me senti envolvido pela atmosfera “solar” (novo adjetivo da temporada :D) do lugar. Percebo isso quando comparo, por exemplo, com Amantes do James Gray, que ao contrário, usou aquela região de Coney Island e Brigthon Beach numa época invernal e a melancolia daquelas cenas ficaram na minha memória por muito mais tempo depois que vi.

    Abração, espero que 2018 seja cheio de episódios tão bons como foram os do ano passado!

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