Episódio 59: Sangue, Suor e Mel

Há dez anos longe das telas, Mel Gibson está de volta à direção com o drama de guerra Até o Último Homem (19:30), indicado ao Oscar de melhor filme. O cinema sem concessões do ex-astro de Hollywood continua um osso duro de roer? Com a participação especial de Gustavo Joseph (o @mordomoeugenio), os varandeiros Chico Fireman, Cris Lumi, Michel Simões e Tiago Faria comentam os altos e baixos do mais novo banho de sangue (e lágrimas) do cineasta.

E mais: como explicar o fenômeno brasileiro de bilheteria Minha Mãe é uma Peça 2 (41:56), com o comediante Paulo Gustavo, que já atraiu 8 milhões de espectadores aos cinemas em plena crise econômica? Bom podcast!

METAVARANDA (média das notas de filmes comentados na edição)

Até o Último Homem | Hacksaw Ridge | Mel Gibson | 55
Minha Mãe é uma Peça 2 – O Filme | César Rodrigues | 44

Gravado na segunda, 30 de janeiro de 2017, na varanda do Michel.

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24 comentários sobre “Episódio 59: Sangue, Suor e Mel

  1. Muito bom o episódio,o Mel gibson como ator fez bons filmes e como diretor até acerta mas a vida pessoal dele tira todo prestigio,acho muito dificil ganhar algum prêmio,abraço a todos!

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  2. Sobre o Até o Último Homem, tô com o Chico. Achei as cenas de guerra extremamente coreografadas. Achar melhor que soldado Ryan é sacanagem, hein, Michel. ( : As outras partes então… Meu Deus! Parece um panfleto de propaganda cristã. Ah, um assunto que não tem nada a ver com o Mel Gibson, mas acho relevante nesta semana. Queria saber de vocês o que acham da carreira do John Hurt (que nos deixou recentemente) e dar pelo menos um filmes preferido com ele. Abração a todos!

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  3. Se derrubassem o Mel da Varanda eu iria querer direito de resposta.

    Não consegui ouvir o episódio inteiro ainda, mas não rolou um TOP 5 Mel? É isso produção?

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  4. Excelente podcast mais uma vez e olha, o Michel dando nota 5 para minha mãe é uma peça 2 foi algo surpreendente, quanto aos comentários sobre o Andrew Garfield: ele está ainda mais feio e com sotaque esquisito em Silence, que curiosamente ele faz um personagem cristão cercado por violência e japoneses que nem o filme do Mel Gibson.

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  5. Olá, Michel, Thiago e Chico.

    Consegui finalmente me colocar em dia com os episódios do podcast. E posso dizer: tem sido um verdadeiro companheiro no carro, no percurso de casa-trabalho. Conheci o podcast no especial que vocês fizeram de Woody Allen. Desde lá, venho acompanhando e agora estou em dia. Terminei hoje de ouvir esse episódio do Mel Gibson e estou completamente de acordo com vocês. Com exceção de Coração Valente, não sou muito fã de Apocalypto ou Paixão de Cristo, que não gosto do filme e da experiência de assistí-lo. Mas vi Até o Último Homem e achei bom apesar de ser arrastado no 1o ato, copiar Nascido para Matar no 2o e atingir aquela dose de violência na metade pro fim. Mas é um bom filme, tem seus momentos.

    É isso. Obrigado pelos episódios e torço para que vocês continuem o bom trabalho.

    ps: sou viciado também em trilhas sonoras e quero essas dicas aí que o Gustavo disse que passaria.

    Abraços!

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      1. Olá Vinícius, sempre fico feliz em saber que existem outros viciados em trilhas sonoras, somos um grupo pequeno e precisamos nos ajudar muito rs. Eu gosto muito de alguns sites, acho que vai dar para vc se divertir bastante:

        – Filmtracks.com – o meu preferido para críticas de trilhas;
        – Filmscoremonthly.com – o melhor forum, além de algumas colunas semanais;
        – Cinematicsound.net – o meu podcast de trilhas preferido;
        – Filmmusicreporter.com – o melhor para notícias e novidades, sempre bem atualizadas e confiáveis (o IMDB não é a melhor fonte para futuras trilhas).

        Espero que goste!
        E sobre o episódio é só marcar Tiago, vamos fazer um sobre trilhas do Nicolas Cage pós ano 2000. Abraços!

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  6. Alguém comentou que ouve o podcast na cama antes de dormir?

    Eu faço isso também, mas sempre caio no sono (óbvio), um episódio termina e outro começa até de manhã e isso já me trouxe todo o tipo de situação:
    – já acordei na madrugada me perguntando que horas são e na mesma hora ouço o Michel dando nota para algum filme e me respondendo (3…4);
    – acordei no meio da madrugada com a música do cantinho do ouvinte;
    – já acordei com o Michel gritando “Fala Cris!”

    A última aconteceu dias desses, ouvindo o podcast e caindo no sono, acabei sonhando que estava participando do episódio e começou a me dar desespero porque não tinha me preparado e nem visto nenhum dos filmes que vcs estavam comentando. Ouvindo o podcast e pensando “puta merda, que vergonha, vou tentar ficar mudo aqui!”…

    Abraços aí galera! Os episódios (quando estou acordado e consigo ouví-los, claro!) estão cada vez melhores.
    Marlonn

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      1. Não tinha pensado que poderia virar roteiro de filme.
        “Podcast dos Sonhos”
        – Eu ouvindo o podcast não sabendo definir se é realidade ou sonho;
        – Chico e Tiago cantando “Cantinho do Ouvinte”. Em loop;
        – Pergunto pro Michel o que ele achou de determinado filme: “Muito interessante, 1 estrela e meia”; Não vi o filme e fico sem saber o que dizer;
        – Vocês três entram num show da Cris cantando “Silêncio” (no hay banda);
        – Acordo (ou não) e giro um peão;
        – Fim.

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  7. coe varandeiros! sou um fã do podcast e essa eh a 1ª vez q comento.
    smp o recomendo e dps q o conheci e vi o quanto vcs entendem de cinema fica difícil escutar outros q não estam no “mesmo nível”, digamos assim kkkk. não sei se esse comentário vai valer pra o próximo ep, pq talvez eu esteja comentando tarde demais.. caso não seja, copio e colo na próxima edição.

    minha pergunta eh um pouco polêmica, mas espero q vcs não se oprimam pra responder kkkk. eu como um bom cinéfilo maconheiro, curto muito ver ou rever filmes chapado, pois minha reparo mais coisas, tenho percepções diferentes. e queria saber se vcs já tiveram essa experiência com algum filme.
    eu por exemplo só virei fã de 2001 dps q o reassisti chapado e foi uma experiência foda! outros filmes q vi assim e me marcaram foram Pulp fiction, kill bill, waking life, apocalypse now, minha noite com ela, antes do por do sol, snatch(esse eh absurdo), segurando as pontas e tem mts outros kkkk.

    espero q respondam, sou um fã, tmj e abraços
    ah e sou do Rj kkk

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    1. Oi, Lucas!

      Olha, É CLARO que vou levar este comentário para o próximo Cantinho do Ouvinte. Prefiro nem dizer nada por aqui. Ouça a próxima edição que estará lá (mas essa discussão vale um episódio inteiro, hahaha).

      Abraço!

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  8. Tive a oportunidade de ver ao filme este fim de semana. Farei alguns apontamentos:

    1) Primeiro ato é arrastado com histórias desenvolvidas pela metade. Com isto, você não consegue se envolver com os personagens satélites. O irmão e a namorada são bons exemplos. Apesar disso, ele é importante para conhecermos o personagem principal.

    2) A parte técnica do filme é muito boa. A fotografia é elemento importante para demarcar a história. E Gibson se utiliza bem dos recursos como câmera lenta e em mostrar detalhes (Gibson é um expert nisso).

    3) O segundo ato e o terceiro ato é o melhor do filme. É quando de fato filme cresce e passamos a nos confrontar com os horrores da guerra e com o feito do ator principal.

    Em síntese, o filme é interessante por mostrar a guerra como local para salvar vidas, coisa que foge ao discurso de guerra, já que vamos lá para matar. Isso é muito bom, pois funciona como um contra-discurso aos filmes de guerra.

    Nota: 6,0

    ps.: Não vale indicação ao Oscar.

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  9. depois de ouvir vários podcasts(sem saber pq, acho q esqueço e caio aqui de volta)fiquei curiosa pra saber quem são esses “críticos” q julgam todos os filmes de acordo com as pessoas envolvidas…”ai, aquele filme é ótimo…tem a amy adams!!! ai, q filme horroroso…é do iñarritu…ai, mas aquele filme é lindo, tem o ryan reynolds…ai, mas o mel gibson é uma péssima pessoa, os filmes dele são horrorosos!”, ou seja, crítica de 1ª qualidade! o sonho de todo cinéfilo…é…eu acho q esqueço mesmo e acabo caindo nisso…tenho q treinar melhor meu google pra separar crítica de cinema de fofoca de tias gordas.

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