Episódio 56: Eu, Meryl Streep

Do discurso contundente de Meryl Streep na cerimônia do Globo de Ouro (10:10), exibida na noite de domingo (9), ao filme mais recente de Ken Loach, Eu, Daniel Blake (38:15): os temas inflamados tomam conta da edição da semana. Quem surpreendeu e quem decepcionou na festa da imprensa estrangeira de Hollywood? E por que o longa de Loach está provocando reações tão extremadas entre os cinéfilos brasileiros? Os varandeiros Chico Fireman, Michel Simões, Tiago Faria e Cris Lumi não desviam do vespeiro.

E mais: em uma semana de muitos filmes, a conversa também passa pela animação da Disney Moana (1:06:05), pelo drama iraniano O Apartamento (52:30), de Asghar Farhadi, e pela ficção científica Passageiros (1:10:26). Bom podcast!

METAVARANDA (média das notas para filmes comentados na edição)

Eu, Daniel Blake | I, Daniel Blake | Ken Loach | 59
O Apartamento | Forushande | Asghar Farhadi | 50
Docinho da América | American Honey | Andrea Arnold | 47
Passageiros | Passengers | Morten Tyldum | 30

Gravado na segunda, 9 de janeiro de 2017, na varanda do Michel.

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26 comentários sobre “Episódio 56: Eu, Meryl Streep

  1. Varandeir@s,

    Ótimo episódio, como sempre.

    Queria iniciar com um pedido. Sou novo no mundo dos podcasts e vejo que as vezes vocês comentam sobre outros podcasts que escutam e até participam, então gostaria de dicas e recomendações, pois demoro uma hora e meia pra chegar no trabalho e quando tem cinema na varanda a viagem fica mais divertida…

    Sou da turma que gostou de Eu, Daniel Blake. Entendo a encanação de querer mais novidades cinematográficas, mas em Ken Loach o ponto central do seu cinema é de fato o tema e não vejo isso um problema. A atualização dele não está na estética, mas nas temáticas, muito conectadas com dilemas contemporâneos. Pra mim o filme cumpre com muito louvor suas intenções, é um cinema tradicional e feito pra sensibilizar, mas sem chantagens (como bem disse o Inácio Araújo na Folha).

    Sinceramente acho que a questão aqui é mais de uma expectativa errada. Se Ken Loach quisesse inovar esteticamente e não conseguisse, as criticas sobre esse assunto seriam mais justas.

    Ele não quer. O cinema aqui é um meio, uma ferramenta, e Ken Loach é um ótimo serralheiro. Pra mim ele poderia viver por mais 500 anos e continuar a fazer seus filmes nesse mesmo estilo, com essa mesma qualidade de condução e temas pertinentes, que eu iria adorar.

    Meryl é diva!
    Feliz por Atlanta e Isabele Hupert!
    Westword é a típica diversão nolaniana que adoro… vale a pena.
    Ouvi dizer que tá rolando a campanha “Chico Fireman para o The Voice Brasil!”
    Acho que vou deixar “os passageiros” passar
    Abraços

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  2. Helder, obrigado pelo comentário. Deixando claro: o que me incomoda no filme do Loach não é a falta de ‘novidades cinematográficas’, mas o desinteresse dele por cinema. Noto que ele tem uma agenda temática, mas transforma isso em filme de uma maneira singela. Entendo a proposta, mas não é o tipo de filme que me comove. Agora, discordo do Inácio Araujo: acho que o filme tem umas duas ou três chantagens, sim.

    Abraço!

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  3. Varandeiros,
    Feliz 2017!

    Escrevendo pra dizer que não fui uma ouvinte tão assídua em 2016 (e acho que nunca comentei aqui), mas em 2017 acho que vai ser diferente porque quero ver mais filmes. Não tenho carteirinha de cinéfila (hehe), mas gosto muito dos comentários de vocês sobre os filmes.

    Parabéns pelo trabalho!
    Bjs!

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  4. Oi varandeiros!!

    Não vi muitos dos filmes que vocês comentaram ainda, e queria dizer que Meryl Streep foi show, mas Isabelle Huppert ganhando foi muito fofo! Ela é muito amor!

    Ainda sobre as premiações, acho que pode rolar a divisão entre filme e direção pra La La Land e Moonlight, como vem acontecendo nos últimos anos. E Animais Noturnos surrpeendeu nessas indicações do BAFTA! Haja perfume!

    E, pra fechar, uma dúvida! Acompanho o Chico no facebook há um tempão, ele inclusive é uma pessoa muito importante na minha trajetória nas telonas, já vi muitos filmes maravilhosos que jamais veria se não fosse por suas indicações, e vejo as vezes ele comentando sobre “cabines” de filmes que ainda vão estrear. Queria saber se vocês podem contar como funcionam essas cabines!

    Abs e até semana que vem!

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  5. Como todo mundo no Brasil, ainda não vi La La Land, mas desde já tenho ressalvas quanto ao filme, infelizmente. O diretor parece o novo adepto do darwinismo social. Embora tenha um filme anterior bem interessante, com um belo domínio de direção, é impossível não notar que ele transformou o Jazz em algo branco. O protagonista de Whiplash, seus dilemas, e seus ídolos são todos brancos. O Jazz tem uma cartela de músicos brancos fantásticos, mas é impossível não associar o ritmo como herança da escravidão e algo muito próprio da cultura negra. Uma pena saber que La La Land também é um filme de “jazz”. É quase um white face isso. Espero que Hollywood se toque algum dia.

    Nunca tinha comentado antes, mas vocês fazem um ótimo trabalho, escutei todos os podcasts de vocês. Muito obrigado!

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  6. Olá varandeiros!
    Belo episódio, como de praxe!
    Não posso comentar nenhum dos filmes do cardápio pois não assisti a nenhum por enquanto. Tô atrasado, tenho que correr atrás!
    (Mas olha, já que vocês falaram dessa forma de “Passageiros”, sonho com o dia em que a maioria dos blockbusters terá ao menos sabor de guilty pleasure. Quem dera assim fosse. O mundo seria um lugar mais feliz.)

    Sobre a premiação no domingo: A melhor palavra para definir esse Globo de Ouro é enfadonho. Mas foi empolgante ver a fuga do lugar-comum. Ver Meryl Streep divar e subverter o próprio discurso para se tornar porta-voz de uma Hollywood contra Trump (e ela tem todo o respeito e realeza para fazê-lo), fez minha noite ser ganha. Mais a vitória de Isabelle Huppert como bônus, numa categoria que não premiava uma atriz em língua estrangeira desde 1972 (Liv Ullman por “Os Emigrantes”). As chances de uma vitória merecida no careca dourado são mínimas, mas a indicação e a torcida me parecem certas (afinal, que eu saiba ao longo da história, só Kate Winslet que ganhou Melhor Atriz Dramática, em 2009, e não foi indicada ao Oscar pelo mesmo papel).

    Já a lista de indicados ao BAFTA, a meu ver, não trouxe nada de muito novo. De diferente mesmo, foi Ken Loach aparecendo nas categorias principais, mas isso já era meio que esperado por “Eu, Daniel Blake” ser britânico, ter vencido em Cannes, e por ser de um cineasta veterano e respeitado ao redor do mundo.

    Obs: Gosto do Asghar Farhadi, e concordo que o cinema dele segue um modelo estabelecido ao longo da própria filmografia. E pelo que leio e ouço por aí, com o lançamento desse novo longa, isso está cada vez mais evidente, tanto para o bem quanto para o mal. Para mim, o fato de ele no início mostrar seu país focando mais no dia a dia e nas interações pessoais ao invés de somente dissertar sobre um tema como outros cineastas o fazem, era peculiar. Entretanto, pelo que vi em “O Passado” e pelos comentários de vocês sobre “O Apartamento”, ele tem reforçado certos elementos de seu cinema (não tão bons), vem se desgastando e chegando a uma zona de conforto que sempre esteve latente na sua trajetória. E como pra fazer arte é preciso se arriscar, se lançar a novas escolhas e meios, descobrir nuances, a permanência de um modelo seguido à risca é o que hoje mais abala a minha relação com alguns cineastas e cinemas pelo mundo. Ken Loach, por exemplo, faz o mesmo cinema há décadas, não se arrisca em outras instâncias, e apesar de ter atingido um domínio sobre o assunto, a sensação de mais do mesmo vigora e incomoda. Afinal, seu cinema esteve sempre não só sobre os mesmos temas, mas sobre os mesmos ângulos.
    Acho que um modelo não deve passar de um dos caminhos para que um movimento cinematográfico mantenha uma mínima unidade, como acontece no Cinema Romeno atual. Fora isso, torna-se um empecilho para se encontrar um novo enquadramento.
    E é isso. Anotando aqui as recomendações e aumentando a watchlist.

    Um grande abraço! Aguardando o próximo. Boa semana!

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  7. Rapaziada, procurei até aqui nos comentários mas não encontrei nada e nem na postagem foi mencionado, esse áudio da Cris só falhou pra mim? Não dá para ouvir o que ela está falando (na verdade dá, apertando os fones no ouvido e bem mais ou menos); uma pena. Aproveitando, cadê o link que mencionam na postagem? Não achei.

    E o Tiago voltou em ritmo de férias e no terço final virou o Stifler da Varanda: um personagem flutuante na trama que está lá para servir de alívio cômico, mas que acaba roubando a cena. Desse jeito a gente vai querer um spin-off do Tiago Trocadilho.

    Aproveitando o trocadilho, parabéns ao Michel pelo cantinho do ouvinte da semana passada, melhor que aquilo, só o Tiago…Faria.

    Um ótimo ano a todos.
    Henrique Miura

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    1. Comentário pertinente, Henrique.

      Então. Realmente rolou uma falha técnica no cabo do microfone da Cris. Daí a impressão de que ela estava em outro cômodo/dimensão da casa durante a gravação. Ficamos todos muito tristes. Resolveremos o problema no próximo episódio.

      Sobre o meu “momento Stifler”: eu não vi ‘Moana’, não vi ‘Passageiros’. Na discussão sobre os filmes, ou ficaria calado, ou fazendo piadinhas imbecis. Escolhi a segunda opção, ainda que eu tenha me arrependido dela. Ao ouvir o podcast, percebi que os trocadilhos ficam mais engraçados na minha cabeça do que em áudio.

      Abraço e feliz 2017!

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      1. Os trocadilhos ficaram ótimos, deixa de falsa modéstia.
        O do filme duas estrelas nem era tão fácil assim.
        Se você não viu e não podia opinar, você foi da Glorinha na Varanda.

        Curtido por 1 pessoa

  8. Olá varandeiros!! E não é que o Michel Simões está mais azedo que limão e está prestes a ser promovido de Aracy de Almeida para Pedro de Lara dos podcasts!!!? rs..
    Não concordo com as críticas sobre as músicas de Moana, eu e minhas meninas gostamos tanto das canções que ficamos ouvindo direto a trilha sonora do filme no Spotfy! Gosto também da ingenuidade e simplicidade da animação que remete aos pequenos clássicos dos anos 90.
    Já assisti à La la Land, Jackie e Manchester à beira mar – quase todos ao lado do insuperável Chico Fireman, embora eu nunca tenha me apresentado, pois eu fico com vergonha de interromper conversas e ele está sempre falando com alguém!! rs… – e estou ansioso para ouvir as impressões de vocês sobre os filmes!! E se o Michel disser algo negativo de Manchester…. eu não vou fazer nada porque eu sempre dou muita risada com vocês e com a ranhetice dele!! Principalmente quando ele “adora” o filme e dá nota 6. ou quando a gloriosa Cris dá uma nota alta para algo que ele não gosta e ele fica bravo porque vai aumentar a nota final no metavaranda!! hahaha!!
    Parabéns pelo primeiro ano e vida longa ao “Cinema na Varanda”!!!
    Ps1: Justo no episódio em que a Cris mais falou, ela estava com o microfone desligado??!! Que pena…#maisfalacris
    Ps2: Vou aproveitar o espaço para agradecer o Chico pelos contatos com as distribuidoras de cinema que um dia ele gentilmente me cedeu e graças a este gesto simples e generoso, hoje eu estou escrevendo para o site “Cinema com Rapadura”. Muito obrigado Chico!!!!

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  9. Por conta de quantidade de vezes que o “adjetivo” é utilizado em todos os programas, vou parafrasear o protagonista de um filme excelente (“Capitão Fantástico) que vocês detestaram:

    INTERESSANTE não é uma palavra.
    Vocês deveriam evita-lá. Sejam específicos. 😉

    E ser específico vale para todas as críticas.
    A de “Animais Noturnos”, por exemplo, foi dolorosamente superficial. O não gostei pelo não gostei, e fim.

    Outra coisa que me dei conta:
    Se o filme tiver orçamento de mais de 1 milhão de dólares, Michel já entra no cinema preparado pra não gostar.
    Tem preconceito com o mainstream.
    Os comentários sobre “Moana” deixaram isso claro.

    Fora isso, adoro vocês 🙂

    Curtido por 1 pessoa

    1. Oi Aldo,

      Obrigado pelos comentários, sempre aprendemos com as críticas. Até vou ouvir o Animais Noturnos para reparar melhor pq já faz 1 mês que gravamos. Quanto a Moana, sinceramente acho que a Disney pode muito mais do que uma simples fórmula de aventura que se repete ao longo de todo o filme, com inúmeros momentos musicais nada marcantes. Mas, talvez o problema seja mesmo a expectativa, e a necessidade de se emplacar possíveis premiados ao Oscar que trazem um hype que o filme não mereceria. Chega como o filme que vai desbancar Zootopia e o resultado final só oferece adjetivos negativos.

      Veja bem (rs) sua observação do preconceito vai diretamente contra minha defesa solitária aos filmes de Christopher Nolan \o/, só para ficar em um exemplo. Mas, sim, é fato que não sou muito chegado ao cinema dito mainstream, mas quando voce vai ao cinema paga pelo ingresso, não pode ir já com pré-conceito, claro que as expectativas são naturais, mas reprovar um filme só pelo orçamento é algo que passa longe de mim, e de toda a Varanda.

      Participe mais, sempre bem-vindo. Abraço,

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    2. Aliás, Aldo, detesto essa palavra INTERESSANTE, apesar de usá-la com frequência (é um tique horrível, admito). Comentei sobre isso no episódio sobre Oscar e Glória Pires, no ano passado. No mais, concordo com as suas críticas sobre comentários superficiais do podcast – isso tende a acontecer com filmes de que não gostamos; prometo que irei me policiar para evitar esse vício. É bom saber que, apesar de tudo isso, você ainda nos adora (!).

      Abraço!

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  10. Esse ano vai ter Varada’s Bolão do Oscar 2017, incluindo palpite dos ouvintes/leitores ? Como prêmio, sugiro a leitura do comentário do vencedor no ar (ou vai ficar restrito como o Varada’s Awards ? Cade a democracia e a transparência ? )
    Parece que o orçamento da nova temporada foi toda para a renovação dos contratos, já que a parte técnica foi prejudicada, como ficou evidenciado com o uso de cabo defeituoso de microfone (ou, a velha desculpe da pane técnica).

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  11. Sobre o Farhadi: eu gosto de A Separação (não lembro quase nada de O Passado ou Procurando Elly), mas assisti quando era muito novo e talvez não curtisse tanto numa revisão. O que fica na minha memória, porém, é um roteiro muito mais correto do que O Apartamento, que eu acho simplesmente esquecível. Aliás, admiro muito vocês que assistiram ao filme na Mostra de SP e falaram dele agora: eu não conseguiria, pois não consigo me lembrar nem da premissa dele, apesar de não ter achado de todo ruim.

    Aliás, andei ouvindo uns episódios antigos quando estava preso no trânsito, e reparei na forma como o Tiago lê os comentários. Algumas coisas eu nem lembrava ter comentado, mas me pareceram muito mais interessantes e contundentes graças ao talento dele, sempre valorizando o poder das palavras. Quase um Eugène Green (menos dramático e longe dessa esquisitice, claro). O Tiago é ótimo nisso, assim como o Michel é ótimo com sinopses. Aliás, acho que o Chico deveria cantar a vinheta do Cantinho do Ouvinte sempre.

    Como o microfone da Cris teve problemas nessa edição, acho que vocês poderiam aproveitar alguma semana para lançar um episódio extra com 2 horas só de Fala Cris hein.

    A verdade é que eu tinha alguma outra coisa pra comentar aqui, mas comecei a falar vários nadas e… esqueci. Se eu lembrar o que era, faço outro comentário. Que patético.

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    1. Sim, Pedro, temos um projeto de spin-off chamado Cris na Varanda. Lançaremos em breve.

      Gostei da comparação com o Eugene Green, mas aposto que ele leria os comentários de uma maneira infinitamente mais ‘poética’ que eu.

      Abraço!

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  12. Boa Noite,

    Gosto muito do trabalho de todos os varandeiros, mas ultimamente andei percebendo que as criticas e elogios que os comentadores fazem sobre os filmes da semana são substancialmente superficiais, pouco embasadas e até primárias. Parecem crianças de 5°Série comentando porque gostaram ou não de um certo filme. Me desculpem, mas como jornalistas que são, esperava mais de vocês. Ainda mais, porque acredito na competência de cada um.
    Então, por favor, fundamente mais, antes de criticar e elogiar. Não dê nota 2 ou 3 só pra CAUSAR. Isso é desrespeitoso e antiético.

    Outra questão que queria pontuar é o fato de que para a maioria dos varandeiros qualquer filme que tenha um grande orçamento ou passe em várias salas de cinema pelo país é considerado automaticamente um péssimo filme. Esse tipo de pesamento é retrógrado e o mesmo tipo de gente que pensa dessa maneira, divide o cinema em duas vertentes: Os filmes de arte/independentes e os filmes Blockbusters/hollywood. Convido à todos a pensar de forma mais livre e sem preconceitos ou etiquetas. O valor de um orçamento ou da distribuição de um filme não determina a qualidade de uma película, mas sim sua devida análise e crítica. Não é porque o filme é do Lav Diaz que é bom (pelo contrário, sua filmografia é bastante duvidosa e superestimada) e não porque o filme é do Anthony Russo e Joseph V. Russo que é ruim, só pelo fato de dirigirem um filme de super herói. Essa noção de que filme CULT é superior que o resto é discriminatória e típica de pessoas que não sabem fundamentar seus argumentos.
    NÃO GOSTEI, LEGAL, INTERESSANTE, FRACO são adjetivos e não ponderações ou justificativas. Ok?

    Desculpe pelas observações, mas eu já estava há bastante tempo querendo expô-las.

    Um grande abraço.

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    1. Oi, Vinicius. Obrigado pelo comentário.

      Vamos discutir este assunto no Cantinho do Ouvinte da próxima edição. Os seus comentários no primeiro parágrafo rendem um bom debate.

      Sobre o nosso suposto preconceito com blockbusters e defesa dos filmes ‘cult’: entendo a crítica e acredito que, em muitos episódios, é essa a impressão que passamos. Mas acho que você está generalizando. Alguns exemplos: elogiamos ‘Doutor Estranho’, ‘Capitão América: Guerra Civil’, ‘Festa da Salsicha’, ‘O Homem nas Trevas’ e criticamos ‘Eu, Daniel Blake’, ‘A Juventude’, entre outros. Pensar ‘de forma livre, sem etiquetas’ sobre cinema é nossa meta. E isso vale tanto para blockbusters quanto para filmes ‘de arte’.

      Abraço!

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