Episódio 51: Perdidos na Tradução

Curtindo a Vida Adoidado, Crepúsculo dos Deuses, Encontros e Desencontros… Como são criados os títulos brasileiros de filmes estrangeiros (21:10)? Quais são os nomes mais inspirados? E os infelizes? A convidada especial Paula Ferraz, que faz assessoria para distribuidoras de cinema e participou da definição de nomes para longas como Demônio de Neon e A Delicadeza do Amor, ajuda os varandeiros Chico Fireman, Michel Simões, Tiago Faria e Cris Lumi a decifrar o estranho mundo das traduções.

E mais: Boletim do Oscar, um Cantinho do Ouvinte #polêmico, recomendações e nossas opiniões sobre a estreia da semana Sangue do Meu Sangue (1:12:13), de Marco Bellocchio. Bom podcast!

METAVARANDA (média das notas para novos filmes comentados na edição)

Sangue do meu Sangue | Sangue del mio Sangue | Marco Bellocchio | 60

Gravado na segunda-feira, 5 de dezembro, na varanda do Michel.

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15 comentários sobre “Episódio 51: Perdidos na Tradução

  1. E aí, varanders (cinquentões)!

    Ainda não ouvi o 51. Mas, por ocasião das bodas de ouro, deixo meu top 5 de melhores episódios varandísticos (sem hors concours):

    49
    46
    44
    33
    31

    Abraço!

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  2. Ah… Fiquei na expectativa entorno da pergunta que lancei e Thiago prometeu levar (tá devendo… brincadeira), mas não levou.

    Seria possível se realizar (dirigir/produzir) um 2001, tal qual como fez Kubrick, nos dias de hoje?

    Fica pra um post só sobre ficção científica.

    Abraços!

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  3. Nao é por nada não… mas acho que foi o melhor episódio de todos 😛
    Pelo menos, o mais divertido….

    E eu constatei duas coisas: 1 – minha memória está péssima, vou ao medico ver se tenho algum problema mais serio – 2 – eu dô muita risada hehehe

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  4. Muito bom esse episódio, rapazes. Sobre “O Demônio das Onze Horas”, um dos meus filmes favoritos da vida: o título brasileiro é muito bonito, mas até hoje eu não entendo bem o que ele significa hahah já ouvi uma história de que é como chamam o livro no qual o Godard “se baseou” por aqui, mas fui atrás disso e não achei, acho que era lenda urbana (?). Mas fiquei muito surpreso (e feliz) ao descobrir que em Portugal eles chamam o filme de “Pedro, o Louco”. Agora ele é quase literalmente o filme da minha vida.

    Não consegui comprar a estrutura de Sangue do meu Sangue, fiquei com a impressão de que as partes nem sempre dialogam muito bem, mas que existem bons momentos espalhados por todo o filme e a ideia é muito boa até certo ponto. Não chego a desgostar, acho um filme ok. Prefiro o Belos Sonhos mesmo, heh.

    Ah, acho que seria legal se vocês comentassem brevemente essas várias listas de melhores do ano que estão saindo por agora 🙂

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  5. Boa ideia, Pedro. Vou sugerir esse tema das listas para a próxima edição (mas já adianto que teremos um episódio dos melhores do ano).

    E ‘Pedro, o Louco’ é ótimo! É um dos filmes da minha vida também.

    Abs!
    Tiago

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  6. Como vocês estão querendo antecipar os assuntos dos episódios e farão suas listas dos melhores do Clint (e eu adoro pensar nessas listas!), aqui vai a minha: 1- Os Imperdoáveis
    2 – Sobre Meninos e Lobos
    3 – Josey Wales – O Fora da Lei
    4 – Escalado para Morrer
    5 – Bronco Billy

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  7. Enquanto procurava textos sobre a Mostra de São Paulo encontrei o podcast de vocês e fiquei muito surpreso por conhecer a “cultura dos frequentadores de festivais de cinema”. Na real estive em dois festivais de cinema na minha vida, em duas edições do Festival de Gramado (2015 e 2016), mas admito que não pude sentir o clima que vocês relatam nos áudios sobre os festivais que vocês frequentam… Parece que o festival de Gramado é mais glamorizado e não tem este aspecto mais interessante da cinefilia: o de descobertas de novos filmes, diretores, histórias, etc… Sei lá… De qualquer forma escutando-os fiquei super empolgado para conhecer o festival do Rio e Mostra de SP. Obrigado por isso!

    Bom, este episódio das traduções reforça um fato que sempre acabo esquecendo: o cinema é um negócio comercial, e apesar do viés cultural e artístico, normalmente é o comercial que sobressaí. Prova disso é o trabalho da Paula e da empresa onde ela trabalha, que independente do conteúdo artístico-cultural de um filme e também do seu título, o que vale na tradução é o quanto ela poderá atrair de consumidores. Ponto. É isso que vale.

    Admito que me entristece pensar assim, pois as obras cinematográficas geram em mim sentimentos ímpares, mas, não consigo esquecer que ainda sim são produtos comerciais.

    Galera, parabéns pelo trabalho que realizam! Os áudios são realmente excelentes. Um abraço.
    Jakson, Curitiba. (www.jacozao.com)

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  8. q interessante…certos filmes não tem o título traduzido pq supostamente só é assistida pela “raça superior q é a elite paulista de nariz empinado”…q merda! sou de salvador e acho q nenhum título deveria ser traduzido, salvo raríssimas exceções todos os títulos nacionais são ridículos e vergonhosos(e nem cito os subtítulos). essa galera q “trabalha” com isso deveria ser toda demitida…

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