Episódio 39: Noite de Estreia

Há cineastas que, logo no primeiro filme, conseguem o que muitos diretores tentam no decorrer de longas carreiras: marcar a história do cinema. Quais são as melhores estreias de todos os tempos (4:20)? Chico Fireman, Michel Simões e Tiago Faria tentam responder essa pergunta na edição da semana, com direito a papo sobre grandes filmes de diretores como Glauber Rocha, John Cassavetes, Jean-Luc Godard, Quentin Tarantino, David Lynch, John Hughes e, claro, Orson Welles.

E mais: um papo sobre Herança de Sangue, a nova fita de ação com Mel Gibson (1:17:19). O eterno Mad Max está precisando de aposentadoria? Bom podcast!

METAVARANDA (média das notas do trio para os filmes comentados na edição):

Herança de Sangue | Blood Father | Jean-François Richet | 43

Gravado em algum dia de agosto, na varanda do Michel.

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8 comentários sobre “Episódio 39: Noite de Estreia

  1. Gosto demais de vários que vocês indicaram. Aqui vai uma lista de estreias que eu gosto muito e que não entrou nas listas de vocês:

    Targets (eu ADORO esse filme do Bogdanovich)
    O Falcão Maltês
    Evil Dead
    The Texas Chain Saw Massacre
    Dark Star
    Os Duelistas

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  2. Assim de sopetão, alguns dos meus filmes de estreia favoritos:
    GOSTO DE SANGUE, dos irmãos Coen
    EU MATEI JESSE JAMES, de Samuel Fuller
    OS INCOMPREENDIDOS, de François Truffaut
    ACOSSADO, de Jean-Luc Godard
    A NOITE DOS MORTOS-VIVOS, de George A. Romero

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  3. E aí, varanders!

    Baita episódio — dos melhores do podcast. Também curti a ruptura de TEMPO E ESPAÇO dessa edição.

    Um filme de estreia que eu admiro bastante é “I Wanna Hold Your Hand”, do Zemeckis.

    E fiquei feliz com a lembrança a “Airplane!”, do ZAZ. Deu vontade de rever todos deles — até alguns individuais, incluindo os Hot Shots, comédias que ~forjaram~ meu caráter.

    Inté!

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  4. Olá amigos varandeiros! Muito bom o episódio, eu adorei a menção à Airplane (que é genial mesmo) e Febre de juventude do Zemeckis que eu vi tantas vezes na Globo. Vou citar um dos meus preferidos, Ascensor para cadafalso, uma estréia brilhante do Louis Malle em 1957. Abraços!

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