Episódio 24: Curtindo a Varanda Adoidado

Nesta semana, que tal nos acompanhar numa visita a um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde? Para comemorar os 30 anos de Curtindo a Vida Adoidado (45:20), Chico Fireman, Michel Simões e Tiago Faria enfrentaram o medo de rever um dos filmes que marcaram a infância do trio. O resultado foi… surpreendente, no mínimo. Além desse passeio no túnel do tempo, eles opinam sobre duas estreias da semana: a fantasia épica Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos (9:34) e o drama brasileiro Campo Grande (27:29), filmado (em uma pequena parte) no bairro carioca onde o Tiago cresceu. E, sim: temos Cantinho do Ouvinte e o tão pedido #FalaCris. Bom podcast!

MetaVaranda (média das notas do trio para os filmes comentados no episódio):

Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos | Duncan Jones | 43
Campo Grande | Sandra Kogut | 63

Gravado na segunda-feira, 6 de junho, na varanda do Michel.

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12 comentários sobre “Episódio 24: Curtindo a Varanda Adoidado

  1. Esta edição foi muito show, mas antes quero confessar algo. Tenho percebido que torço para pegar transito nas Terças-feiras para ouvir o máximo do Podcast. Varandeiros, foi muito nostálgico ouvir sobre “Curtindo a Vida Adoidado”, chegou um ponto que nem lembrava o que já tinha sido comentado nesta edição. Uma outra curiosidade na minha vida sobre este filme, é que a musica “Twist and Shout” deve ter sido a primeira que tentava cantar em inglês e do jeito que entendia (saia cada coisa). Fazendo uma pesquisa rápida, 1986 foi um ano de grandes filmes: Curtindo a vida, Top Guns (assisti na escola em uma sessão de cinema em VHS), Aliens, Platoon, Highlander, Stallone Cobra (na adolescência achei animal), teve até Jornada nas Estrelas, entre outros. Muitos são porcarias, mas marcaram época. Abs

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  2. Régis, lembro que ‘Stallone Cobra’ era uma espécie de ‘filme proibido’ que as crianças não podiam ver por ser extremamente violento. Aluguei o VHS e lembro de ter colocado a fita no aparelho de videocassete meio tremendo de medo. No fim das contas, nem era tão assustador assim, hahaha. Daquele ano, acho que meu favorito entre os americanos ainda é o ‘Conta Comigo’.

    E estamos aqui na torcida por muitos engarrafamentos nas cidades brasileiras às terças.

    Abs
    Tiago.

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  3. Oi meninos,

    Lembro que quando ouvi o episódio da semana passada fiquei muito empolgado em saber que Campo Grande seria comentado e que Tiago tinha morado lá! Pois bem, eu MORO em CG (idas e vindas, mas estou ainda lá) e não apenas moro em CG, eu moro na rua de cima da avó do Ygor, passei por aquele túnel de pedestres milhares de vezes… enfim, acho que entendo a opinião do Tiago, que deve ter estado em outros lados de CG, mas eu (que levei um susto a saber que Kogut falaria de um lugar que me assusta tanto até hoje) não consegui ficar indiferente às chocantes imagens que vi, incluindo a ida para o bairro pq aquele caminho é o caminho q eu sempre fiz voltando da Barra (onde trabalhei por 10 anos). Campo Grande me chocou, positivamente; vi outro filme que o Tiago, e um filme parecido com o que o Chico viu. E eu chorei compulsivamente; ok, isso não é um elogio vindo de mim, mas minha relação com CG é muito contraditória, ainda mais depois de Kogut.
    Quanto ao especial Curtindo a Vida Adoidado, eu adorei. Eu adoro Timecop (e lembro dele antes da Cris falar; rsrsrsrs – morrerei defendendo Van Damme dos 90’s), vcs não lembram do Alan Ruck como um dos passageiros do ônibus de Speed? rsrsrsrs… enfim, eu amo Curtindo, como o Tiago eu acho a cena do museu fascinante (desde a infância, aquilo tinha um fascínio artsy bizarro em mim), um real clássico, uma reunião de cenas antológicas rara, Hughes em estado de graça.
    Enfim, faltaram 500 coisas pra comentar pq o programa é muito rico de comunicação comigo, e eu sempre esqueço de ir anotando durante. Mas tô aqui, me comunicando de novo… obrigado pelo excelente programa sempre. Abs

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  4. Olha só, que coincidência… Temos outro conhecedor de Campo Grande na área, haha. Interessante demais perceber que suas impressões sobre a maneira como o filme retrata o bairro foram tão diferentes das minhas (e nem acredito que o bairro seja tão grande assim).

    Então: Morei em CG durante os meus primeiros 11 anos de vida, em dois pontos do bairro – um mais próximo do centro, outro menos. Eu estudava no calçadão, então conhecia bem o túnel que o filme mostra BEEEEM de relance (aliás, nem sei se é o túnel em si, talvez seja outro). Voltei a CG em outros períodos da vida, já que os filhos do meu padrasto ainda vivem lá e, há um mês, tive que resolver um problema de família no fórum do bairro. De uma forma ou de outra, acompanhei as mudanças que rolaram e vi o crescimento da região. Hoje, os moradores têm acesso até a um grande shopping com multiplex da rede UCI – quando eu era pequeno, o shopping mais próximo ficava na Barra.

    Eu esperava encontrar no filme esse bairro que conhecia/conheço, mas o que vi foi um retrato bem desfocado, frisando sempre as áreas mais pobres da região. Tudo bem. É uma opção da diretora, e acho que faz sentido dentro da narrativa. Fiquei decepcionado, mas esse é um problema meu, apenas. Se eu fizer um filme, prometo que ele também se chamará ‘Campo Grande’ e mostrará um lugar muito diferente.

    Abs
    Tiago.

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  5. Sim, aquele túnel é O Túnel, que mudou muito do lugar da nossa infância. Hoje ele é super povoado, super poluído, super diferente.

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  6. Episódio muito divertido, parabéns ! Eu vi “Curtindo…” a primeira vez na Tela Quente, em 1989, antes de começar a passar na Sessão da Tarde. Só vi a versão original há pouco tempo, quando passou na tv a cabo.
    Mudando de assunto: num episódio anterior, o Michel comentou que “Luz de Inverno” é o seu Bergman favorito. Na época eu ainda não tinha visto, mas consegui vê-lo há poucos dias. É ótimo, gostei muito, mas acho que não captei tudo o que o Bergman queria dizer. O Michel poderia comentar um pouco do filme, dos seus temas, e o sobre ele ser o seu favorito ? Vou revê-lo em breve, e gostaria de algumas observações para aproveitar melhor o filme da próxima vez.
    Abraços e obrigado !

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