Episódio 23: As Meninas Superempoderadas

No episódio desta semana, as mulheres estão no controle. Entre as novidades que chegam às telas, a heroína pop de Alice Através do Espelho (11:20) divide espaço com a poderosa Jodie Foster, cineasta de Jogo do Dinheiro (24:49). Inspirados por esses olhares femininos, Chico Fireman, Michel Simões e Tiago Faria listam os melhores filmes dirigidos por mulheres desde o ano 2000 (39:43). Por que ainda são tão poucos os longas assinados por diretoras? E o que dizer das montadoras (e das roteiristas, das diretoras de fotografia…)? Na história do cinema, sempre houve desigualidade entre os gêneros? E mais: cantinho do ouvinte, um inspirado #FalaCris, os (polêmicos) altos e baixos de Johnny Depp e dica de uma série na Netflix em que São Paulo rouba a cena. Bom podcast!

MetaVaranda (média das notas do trio para os filmes da edição):

Alice Através do Espelho | Alice Through the Looking Glass | James Bobin | 40
Jogo do Dinheiro | Money Monster | Jodie Foster | 40

Gravado na segunda-feira, 30 de maio, na varanda do Michel.

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20 comentários sobre “Episódio 23: As Meninas Superempoderadas

  1. Esta edição está muito boa, o tema muito alinhado com o momento que passamos. Fiquei curioso em assistir alguns filmes, vou escutar de novo para anotar os preferidos de vcs. Há, Tiago, pode nos chamar de leitores, pois além de ouvir (já escutei todas as edições) eu sempre entro aqui no blog para ler os comentários. Abs e sucesso eterno ao super-empoderado podcast de cinema.

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  2. Pessoal, demais esses podcasts. Vou fazer maratona. Uma dica de tópico: filmes ruins dirigidos por bons diretores e filmes bons dirigidos por diretores ruins. Meu voto para filme bom dirigido por diretor ruim é Despedida em Las Vegas do Mike Figgis. Abraço.

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  3. Essa semana me atrasei para conseguir ouvir e só consegui hoje (quinta-feira). Chegamos ao melhor episódio até o momento de todos os tempos, onde explora o potencial que quem conhece sabem que vocês possuem. Poadcast para ser guardado para ser ouvido novamente, principalmente nos TOP 5, pois é só indicação filé, além das analises que fazem diferença. Abraços,

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  4. Como sempre sensacional! Adorei a discussão, é sempre bom colocar em pauta a representatividade feminina no cinema, e também foi ótimo refletir sobre o conceito de feminilidade e esse pré-conceito que temos sobre isso. Adorei ter sido exclusividade no cantinho do leitor hahaha, e saber mais sobre as percepções de vocês!

    AGORA, CRIS MERECE (com certeza) SER COROADA DONA DO PODCAST. #crismelhorpessoa

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  5. Muito bom o podcast como sempre, e já aguardando aqui o da semana que vem sobre Curtindo a Vida Adoidado, que só perde para Antes Só Do Que Mal Acompanhado como melhor filme do John Hughes. Por favor não deixem de comentar a montagem genial do filme, do Paul Hirsch, editor do De Palma, que entre outros achados consegue transformar uma voadora no dente do diretor num momento ÉPICO. Abs meninos!

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  6. Rapazes, parabéns pelo podcast!!! Ótima escolha de tema e a forma como o desenvolveram foi primorosa.
    Gostaria de deixar como dica o site mulhernocinema.com que existe com o único objetivo de celebrar o trabalho incrível das mulheres na 7ª arte, e lá descobri o #52FilmsByWomen, uma campanha para se assistir a 1 filme por semana dirigido por uma mulher durante 1 ano.
    Cris você deveria participar efetivamente de TODOS os podcasts!
    #falacrisforever

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  7. Fala pessoal do Cinema na Varanda. Sou Warley de Brasília, ouvinte de vocês desde os primeiros episódios mas meu primeiro comentário, gostaria de parabenizar pelo trabalho, principalmente de não falar só do cinema pipoca e trazer outros filmes pouco conhecidos para maioria. Mas tenho algumas pequenas reclamações ou sugestões, a qualidade do áudio deixa a desejar, fica embolado ás vezes e tem aquela variação de volume, principalmente quando falam ao mesmo tempo ou tem risadas enquanto outro fala. A segunda é uma sugestão referente aos filmes que vocês citam e/ou recomendam durante o episódio, poderiam listar/linkar todos, e não só os principais falados. Mas quanto ao resto tudo certo.

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  8. Sobre as recomendações de diretoras e alguns dos seus trabalhos: A diretora que mais me atrai, sem dúvida, é a polonesa Dorota Kedzierzawska. Os seus filmes são sensíveis e desconstroem o homem, em diversas fases da vida. Ela deixa muito claro isso com o seu processo criativo, cria personagens complexos, ora idosos, ora mães, mas, sempre, crianças aprendendo a viver. Recomendo todos os seus trabalhos ( inclusive em ordem cronológica ) mas o destaque é para “Corvos” ( 1994 ) e “Eu Existo” ( 2005 ).
    Fiquei muito feliz em ter encontrado o trabalho de vocês, eu também tenho um podcast onde comento exclusivamente sobre filme independentes e é sempre bom ter amigos na podosfera abordando o cinema com maturidade. Abraço e continuem com o bom trabalho!

    http://www.cronologiadoacaso.com.br

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  9. Vocês podiam colocar os filmes listados no final do post depois, gente, mesmo que quando lançasse a próxima edição só. É que pra quem escuta no ônibus (eu) fica difícil anotar um ou outro.

    Beijo! 🙂

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