Episódio 20: Amor Estranho Amor

É uma situação típica na vida de qualquer cinéfilo: depois de ter visto um filme e gostado muito dele, você está prestes a compartilhar com o mundo essa experiência quando descobre que… o mundo tem uma opinião totalmente diferente sobre o assunto. Chico Fireman, Michel Simões e Tiago Faria atendem os pedidos dos nosso ouvintes e revelam aqueles longas que ninguém ama, só eles (28:07).  Preparem-se para revelações sobre Shyamalan, Spielberg e até… lambada. Entre os lançamentos, temos comentários sobre o hit alternativo Truman (13:17) e o chinês A Assassina (59:28), vencedor do prêmio de direção no Festival de Cannes (não entendeu nada sobre o filme? Clique aqui e oriente-se). Mais: cantinho do ouvinte, os summer movies que provocam mais expectativas na varanda, o disco novo Radiohead… Bom podcast!

MetaVaranda (média dos filmes comentados pelo trio na edição):

Truman | Cesc Gay | 47
A Assassina | Nie Yinniang | Hou Hsiao-Hsien | 73

Gravado na noite de segunda-feira, 9 de maio, na varanda do Michel.

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19 comentários sobre “Episódio 20: Amor Estranho Amor

  1. Muito bom o episódio! Eu me solidarizo com o Tiago como a outra pessoa que se divertiu muito com o Hollow Man do Paul Verhoeven. Abraços a todos!

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  2. Também gosto de “O homem sem sombra” e todo o resto que eu vi do Verhoeven, inclusive “Instinto selvagem” que eu achava que todo mundo gostava, mas que descobri ter 54% de aprovação no RT. E lembro que o meu eu do passado também gostou de “Por uma vida melhor”, mas tenho quase nenhuma memória do filme hoje. Também concordo com Chico em “Os amantes passageiros”, acho fácil um dos 10 melhores do Almodóvar.

    Na minha lista eu também colocaria a filmografia dos anos 2000 de Woody Allen e também a filmografia de alguns autores medianos que por algum motivo foram escolhidos para receberem o ódio incondicional da crítica, como François Ozon (dos que vi, só não gostei de “8 mulheres”) e — ele mesmo — Kim Ki-duk, mas acho “Casa vazia”, talvez o mais bem-recebido dele, o pior dos que vi.

    E já estou no aguardo pela a edição sobre vulgar auteurism para descobrir se mais alguém foi persuadido a ver filmes médio-ruins (“Pompeia”) e ruins de verdade (“Sem dor, sem ganho”) pelo hype desses caras.

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  3. Nunca tinha ouvido falar desse vulgar auterism. Polêmico.

    Aliás, achei “A Bruxa” uma bosta. Vou visitar sites que deem 1 estrela para ele.

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  4. Melhor episódio, varanders!

    E já estou na pilha pela edição vulgar — pois sou ~vulgar de coração~.

    Na onda de filmes-que-só-eu-gosto, tenho algumas opções polêmicas. Mas escolho a mais absurda: Rollerball, do John McTiernan.

    Abraço

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  5. Olha, sobre esse episódio posso disse que “Amores passageiros” apagou tudo o que ouvi antes ou depois dessa escolha peculiar do Chico.

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  6. Depois deste episódio, já não me sinto mais tão culpado quanto ao meu gosto.
    Posso assumir Reviravolta (Oliver Stone) e Olhos de Serpente (Brian de Palma) sem medo.
    Aguardo ansioso pelo episódio sobre Nicolas Cage.

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  7. Rafael, continuo achando o Truffaut um crítico maravilhoso e um cineasta… muito bom, digamos assim. Hahaha. Eduardo, também gosto de Olhos de Serpente. Aposto que vão deixar o episódio do Nicolas Cage para, sei lá, a semana do meu aniversário.

    Abraço!
    Tiago.

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